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26 homens turcos estupraram uma menina de 12 anos. A justiça decidiu que a culpa foi da adolescente

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zb-147Necla teve 12 anos quando aceitou um trabalho de faxina no escritório do presidente do distrito Kiziltepe no sudeste da Turquia. Mas em vez disso ela foi estuprada. Como se descobriu depois as duas mulheres, que aliciaram Necla para tal trabalho de faxina, foram alcoviteiras. Depois do estupro elas e o homem ameaçaram que iriam contar a todos que ela foi deflorada, se ela denunciasse o estupro. No interior da Turquia menina deflorada é uma vergonha tão grande para a família que muitas vezes acabam por matá-la.

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zb-166Depois desse dia e dessa ameaça não teve escape. Teve que abrir as pernas e a boca para diversos homens, muitos deles de destaque como dois oficiais do exército e um diretor de uma escola. Finalmente foi mandada para uma casa de meninas pela secretaria de juventude, por causa de sua vida “dissoluta”, mas os homens a acharam e levaram-na para estuprá-la mais vezes. Ameaçaram até que iriam pegar e estuprar a irmã pequena dela se ela tivesse rebelde e não cooperaria em tudo.

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Mas o processo virou um escândalo. Os advogados da menina foram hostilizados e ameaçados e nem apareciam no processo. O juiz exigiu para a menina mostrar diante de todos as posições em que foi estuprada.  Com muita vergonha a adolescente mostrou como ela foi violada, mas não cumpriu satisfatoriamente a exigência. Por isso o juiz contestou a sua apresentação.

Depois de sete meses de estupros Necla criou coragem e fez depoimento na polícia. A Turquia é um país muçulmano, mas ainda não tem a xaria. Há um século ela tem uma constituição secular, obra do grande presidente Atatürk. Por isso, pela lei, uma mulher pode fazer um depoimento sem precisar de testemunhas masculinas.

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O processo demorou 7 anos, e todos os réus ficavam em liberdade e aproveitaram para ameaçar a menina e influênciar testemunhas. E no final o juiz declarou que a menina evidentemente não foi ameaçada nem obrigada, mas se teria prostituída e levada uma vida bem dissoluta.

Mesmo assim os réus deveriam ser condenados a pelo menos cinco anos por terem sexo com uma menor, mas recebiam penas menores.

Men smoking sheesha (water pipe) in a cafe in the Arab Souk in the Old City, Jerusalem, Israel.

zd-113Muitos homen turcos tratam garotas como seres humanos de segunda classe. Por isso não se importam com os direitos e o bem-estar delas.    


Maioria dos homens turcos é a favor da violência contra mulheres

MaridoTurco62% dos turcos são a favor de violência na educação e disciplinamento de esposas. Segundo a tradição muçulmana o homem é a cabeça da família e tem o direito e o dever de educar e castigar esposas, filhas e, na ausência de outra pessoa, também outras parentes. Uma pesquisa da Universidade Kirikkale e da ONG “Criança feliz” em 3500 homens turcos teve como resultado, que os homens consideram tal violência como normal, justa, adequada e prático.

28% acham que violência deve ser aplicada sempre para manter a disciplina e autoridade. 34% acham que deveria só aplicar castigos corporais de vez em quando, quando a esposa apronta algo que faz jus a tal proceder.

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MaridoTurco-003Uma razão frequente é a honra manchada da família. Se uma mulher é acusada, seja com razão ou não, de ser mexeriqueira ou preguiçosa ou de ter falado mal de tal vizinho ou político, o homem responsável, que é normalmente o marido, prefere castigar a mulher assim que todo mundo saiba. Assim se vê que ele se distancia de tal comportamento e a honra da família é restituida.

Imaginem agora: se 62% dos homens são a favor de castigos corporais para esposas, ainda mais devem ser a favor de tais castigos para empregadas domésticas, servas e escravas. E assim se explica a naturalidade com que cafetões turcos castigam as suas garotas.

MaridoTurco-002Cafetões pertencem quase sempre a essa faixa de 62% dos homens que estão a favor da violência, e na grande maioria pertencem também a esses 28% que acham que a violência deve ser aplicada constantemente para ter melhores resultados na educação.

Além disso sabemos que até no Brasil muitos homens são a favor da violência e até da tortura na educação de prostitutas, como já foi revelado na última década por pesquisas no Orkut em que muitos disseram que a violência na educação de prostitutas seria justa ou até desejável.

MaridoTurco-002Estima-se baseado nesses fatos e pesquisas menores que 88% dos homens turcos são a favor da violência contra prostitutas. 48% acham que a violência deve ser aplicada só para educar as prostitutas e melhorar seu desempenho e o lucro. 40% acham que elas devem sempre ser castigadas corporalmente, mesmo se elas se comportarem bem, para manter a disciplina e garantir a autoridade dos cafetões e outros superiores e fixar a submissão absoluta na cabeça das garotas.

Até mulheres muçulmanas respondem em pesquisas maioritariamente que violência na educação de prostitutas seria legítima ou necessária.

MaridoTurco-003Turcos dominam uma grande parte dos prostíbulos na Europa, traficam e exploram centenas de milhares de garotas e mulheres. Em países como Alemanha ou Holanda eles têm seus próprios puteiros. Para fora nada indica que se trata de um puteiro, mas parece uma casa de chá ou de outra finalidade. Por isso a polícia não controla esses estabelecimentos. Mas os turcos sabem que por dentro se encontram meninas belas e submissas para fazer o que os clientes desejam. Normalmente não são turcas nem muçulmanas em geral, mas garotas compradas de outros países, que são brutalmente privadas de todos os direitos e mantidas pior do que animais.

40% dos turcos que frequentam tais puteiros como clientes disseram que já bateram em uma prostituta.

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A esposa muçulmana é pouco mais do que uma escrava sexual. Sobretudo as garotas novinhas, quando casarem com homens mais velhas, viram praticamente escravas.

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O marido castiga as mulheres em sua casa assim como ele quiser.

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MaridoTurco-022MaridoTurco-008MaridoTurco-009MaridoTurco-012

 

Prostitutas, naturalmente, são consideradas um tipo de gado, que se vende e compra e trata como quiser.MaridoTurco-013MaridoTurco-014MaridoTurco-015

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MaridoTurco-001Os entrevistados não veem problema em uma garota ser obrigada a chupar mais de cem homens de vez e ser estuprada por todos, para ela se transformar em uma prostituta submissa e gostosa.

 

Outra enquete:

Como seria a minha vida se eu fosse a sua prostituta e vc meu dono? Imagina que alguém tem dividas com vc, e ele não consegue pagar. Já que ele possui uma bela mulata, igual eu, que trabalha para ele como prostituta, ele te entrega a puta como pagamento. Como vc me aproveitaria a posse de mim ou de uma outra mulata ou negra gostosa?

A maneira como eles respondem mostra a crueldade das pessoas para com as prostitutas e putas. A maioria seria disposta a usar violência, crueldade e humilhação para explorar a puta ao máximo e garantir um bom lucro:

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Também essa enquete mostra que para muitos putas são como objetos ou animais. Vale explorar e humilhá-las ao máximo: Qual tipo de roupa eu teria que vestir se eu fosse sua puta e trabalhasse na Guaicurus? Imagina que eu fosse uma prostituta na Guaicurus e vc meu cafetão, dono ou marido. Qual roupa eu teria que vestir no trabalho?

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Alunas e estudantes de escolas e faculdades que se prostituem, têm que dar de graça para seus colegas

Alunas e estudantes de escolas e faculdades que se prostituem, têm que dar de graça para seus colegas

Estima-se que no mundo existem 40 milhões de alunas de escolas e mais 12 milhões de faculdades que se prostituem ou já se prostituíram. Entre 40 e 50% delas são obrigadas para darem de graça aos colegas de escola porque eles acham que uma prostituta não precisa ser respeitada e pode ser usada à vontade.

Muitas adolescentes e jovens, que estudam em escolas ou faculdades, prostituem-se de vez em quando, algumas em uma situação especial, outras pelo tempo todo. Umas 15% são obrigadas por terceiros, que podem ser familiares, cafetões ou simplesmente outros estudantes. Mas a maioria se prostitui pela pobreza ou simplesmente para puder comprar um celular ou outra coisa, que colegas mais sortudos ganham de graça de seus pais ou de outros, ou alguns furtam esses produtos. Essa última parte de meninas é normalmente condenada abertamente. As meninas, que se prostituem por pobreza ou por força de terceiros, são condenadas também pela sociedade hipócrita, mas não publicamente, porque no fundo as pessoas sabem que elas não têm nenhuma culpa.


Já que as mas línguas sempre procuram a quem botar uma culpa, o alvo delas são as meninas que se prostituem para comprar celulares, roupas, lanches ou até material escolar. Mas julgando mais sobriamente: que mal tem nisso, se uma menina ganha seu celular com seu próprio trabalho em vez de pechinchar ou até extorquir os pais, como acontece muito, ou simplesmente furtar o produto angariado? Na verdade é o ideal uma pessoa aprender usar seus próprios dons para ganhar dinheiro. A menina, que se prostitui, deve servir como exemplo bom, em vez de ser diabolizada e colocada como exemplo mau.

Mas já que a realidade é uma outra, as meninas não têm respaldo na sociedade e muito menos nos professores e diretores das escolas e faculdades.

Os outros estudantes, em vez de terem as alunas prostitutas como exemplos bons, se sentem superior a elas e sabem que elas não acham respaldo em ajuda nos professores. Assim sentem se animados para maltratar, abusar e explorar tais meninas, porque eles sabem que as vítimas não procuram a ajuda dos professores, ou, se procurassem, não receberiam ajuda adequada e as punições para os infratores seriam muito leves.


Tudo isso contribui para que os outros estudantes acham que têm o direito de usarem de graça as meninas de sua turma, que se prostituem. Cometem estupros, e se a puta não tem um cafetão para protegê-la, vai ter que procurar um. Senão corre risco que alguns rapazes ou até também meninas de sua turma tomam a iniciativa e submetem a puta para se prostituir em favor deles.

Se antes talvez só se prostituía uma vez por semana para puder comprar alguma coisa, terá que se prostituir todos os dias entregando o dinheiro para outros. Assim elas passam a ser prostitutas forçadas. O único consolo é que agora sobem no conceito da sociedade que acha a prostituição por força menos “suja” do que a prostituição para comprar celulares ou roupas.

Mais de 7 milhões de alunas vivem na situação de serem prostituídas à força por terceiros. 30% por parentes como os pais, tios, primos e mais, 45% por cafetões profissionais e 35% pelos próprios estudantes. (Os números resultam a mais de 100% porque algumas meninas são exploradas por estudantes da turma da menina que são ao mesmo tempo já cafetões profissionais e possuem várias putas.)

88% dessas meninas putas já foram agredidas sexualmente na escola, e 63% já foram estupradas por outros alunos ou forçadas por eles para terem sexo. 23% de tais putas novinhas acaba não recebendo nenhuma parte da remuneração que os clientes pagam, e 35% recebem só 10% ou menos de seus “chefes”. São mundialmente mais de 2 milhões de meninas nesta situação.

Mesmo os 12% que nunca foram agredidas falam que costumam comprar a benevolência de seus colegas, dando presentes para eles ou para o menino mais forte da turma para ele proteja a puta novinha.


61% das meninas dizem que recebem de vez em quando uma surra por seus “chefes” ou colegas da turma, na maioria das vezes porque elas ganhavam menos do que esperado. Muitas recebem também surras quando são estupradas, mesmo se se submetem sem resistir, e outras dizem que recebem surras mesmo se ganham bem, simplesmente para melhorar a educação e submissão em geral e para fazê-las mais dóceis e humildes.


Apesar de todas as dificuldades 64% das putas que frequentam escolas conseguem sair da prostituição depois de terminar a escola, e 82% das putas de faculdades conseguem o mesmo objetivo. Tem muitos exemplos positívos e encorajadores de moças que bancaram os estudos com prostituição e viraram depois médicas, advogadas, professoras e outras pessoas bem conceituadas.


65% das alunas foi molestada, bolinada, encoxada ou abusada dentro da própria sala de aulas. Delas, 29% se defenderam com sucesso, 20% de defenderam mas depois pararam de resistir, 16% resistiram, mas foram superadas à força, 31% não se defenderam e 8% cooperaram ativamente para serem abusadas. 

59% das meninas já entraram em um banheiro masculino. 18% já foi abusada em um banheiro público de uma escola.

47% das alunas já pensaram em mostrar seus “dotes” ou fazer serviço sexual para melhorar as notas ou subir no conceito dos outros alunos.


Meninos são curiosos e gostam de descobrir as diferenças entre meninas e meninos. Também gostam de fazer experiências incentivados nas aulas de biologia, física e química.

Hoje em dia as alunas são alegres e atrevidas e não hesitam em mostrarem sua beleza e em usarem sexo para ganharem vantagens.

O conceito novo e libidinoso das meninas na escola consta também de outras pesquisas e enquetes. Infelizmente não foram guardadas as centenas de enquetes no orkut a respeito, que mostravam claramente, que rola muito sexo. Perguntados o que seria a coisa mais importante aprendida na escola poucos responderam com matemática, português ou outras matérias do currículo oficial das escolas. Em lugar disso entre as respostas mais frequentes foram: Transar, Beijar, Aprendi transformar meninas tímidas em boas putas, Aprendi que transar com o professor melhora as notas, Aprendi ganhar grana oferecendo minha boca, cuzinho ou xaninha, Aprendi que muitas meninas andam sem calcinha, Aprendi que muitas meninas gostam de serem xupadas com fervor, Aprendi que muitas meninas gostam de tapas na bunda nua, e alguns até escreveram: aprendi ganhar grana oferecendo meninas a outros.

Uma das últimas enquetes do orkut pôde ser guardada e está a disposição aqui:Qual foi a coisa mais importante na escola

Outras enquetes, às vezes com muito mais entrevistados, foram deletados quando o orkut acabou, entre eles:

Quais são as melhores coisas q vc aprendeu na escola?

http://www.orkut.com.br/Main#CommPoll?cmm=104551728&pid=1552006476&pct=1322397774

http://www.orkut.com.br/Main#CommPoll?cmm=105680945&pid=1505740940&pct=1322399349

O que é o mais importante que vc aprendeu na escola?

http://www.orkut.com.br/Main#CommPoll?cmm=104551728&pid=56557548&pct=1333365984

http://www.orkut.com.br/Main#CommPoll?cmm=105680945&pid=1451571900&pct=1333366921

Qual foi a coisa mais interessante q vc aprendeu na escola? (particulares)

http://www.orkut.com.br/Main#CommPoll?cmm=104551728&pid=1190093144&pct=1346916204

http://www.orkut.com.br/Main#CommPoll?cmm=105680945&pid=72063488&pct=1346921382

 

Prostituta evangélica diz que ateus são péssimos de cama (Prostituta evangélica prefere os irmãos para fazer programa)

Prostituta evangélica prefere os irmãos para fazer programa

sua putinha 127Jucilene Almeida é uma garota de programa que atende nas esquinas da pequena cidade de São Bento, interior do Maranhão. Ela tem uma filosofia de trabalho diferente, se recusando a atender homens que não são da religião evangélica, tal como ela. De acordo com Jucilene, que tem 58 anos, pessoas mais próximas de Deus são mais fáceis de lhe proporcionar prazer. A maranhense, que diz já ter atendido homens de diversas religiões no passado, garante que o fator principal pra só atender crentes é que, segundo ela, “os ateus costumam ser péssimos de cama e parecem não saber como satisfazer uma mulher”. “Nos meus 40 anos de carreira nunca vi um ateu bom de cama. E olha que já saí com mais de 200 ateus ao longo da minha profissão. Prefiro mesmo é um Varão do Senhor”, afirma a garota de programa. Ao ser questionada se daria oportunidade para um ateu provar que ela está errada, Jucilene é categórica: “Acredito na cura dos ateus. Se eles começaram a frequentar a igreja e aceitar Deus como seu legítimo salvador, talvez uma luz até paire sobre suas cabeças e faça com que seu desempenho sexual melhore bastante, mas não sei se seja o ideal. Só quem já nasceu com Jesus no coração consegue ter a chama do sexo acesa“. Jucilene termina dizendo que até o final do ano converterá todas as suas colegas de profissão da cidade de São Bento em servas do Senhor. “Já está na hora das
Sua negrinha-167meninas daqui evoluirem”, afirma.

http://ananindeuadebates.blogspot.com.br/2013/10/prostituta-evangelica-prefere-os-irmaos.html


v-105.jpgUma pesquisa entre 233 prostitutas em Belo Horizonte e Rio de Janeiro confirma o conceito. 67 falaram que realmente os evangélicos sejam melhores na cama, enquanto só 8 acham que são piores no sexo. 158 meninas e mulheres da zona disseram, no entanto, que tanto faz. No sexo evangélicos e católicos seriam, segundo elas, iguais.

b 42gPara muitos um ideal: a menina é puta e é evangélica. A mistura certa para ser um anjo do sexo que beneficia toda a sociedade com seu amor e sua dedicação.

wa 120aÉ sempre um momento totalmente maravilhoso e lúcido, se uma evangélica se abre para amigos, clientes ou outros homens, porque para ela não é somente um ato de safadeza, mas antes de tudo de dedicação, confiança e submissão:

É sempre um momento totalmente maravilhoso e lúcido, se uma evangélica se abre para amigos, clientes ou outros homens, porque para ela não é somente um ato de safadeza, mas antes de tudo de dedicação, confiança e submissão.

Sua negrinha-166.jpgv-107Sou evangélica, submissa e muito boa. Quero fazer meus clientes felizes, eles devem se sentir como rei, que faz amor com sua escrava favorita e muito gostosa.v-106

 

África do Sul: campeã mundial em estupros

África do Sul: campeã mundial em estupros

África do Sul foi chamado o “paraíso dos estupradores”. Realmente não existe outro país, a não ser países em guerra com estupros de guerra em massa, em que mais mulheres e meninas sejam estupradas. E isso em grande parte por homens comuns, vizinhos, amigos, parentes ou professores.

Uma de quatro meninas de 18 anos relata que já foi vítima de pelo menos um estupro, e um em quatro homens responderam em uma enquete que já estupraram pelo menos uma vez. Um terço das meninas e mulheres disseram que foram estupradas no último ano.( South Africa’s rape shock”. BBC News. 1999-01-19. Retrieved 2010-12-31.)

Cada ano uns 70 mil casos são documentados pela polícia, mas quase nunca ninguém é punido. Por isso a maioria das vítimas nem se dá o trabalho de ir à polícia. Estima-se que tem na África do Sul na verdade uns 2 milhões de estupros, sem nem contar a prostituição forçada, que centuplicaria o número, porque as meninas são forçadas para abrirem as suas pernas para os clientes e cada programa seria considerado como estupro. Assim uma prostituta é estuprada uma vinte ou trinta vezes por dia ou 10 mil vezes por ano.

Mas mesmo sem pensar nestas meninas cativas na prostituição e tráfico humano a situação é desolador. A metade das vítimas tem entre 7 e 18 anos de idade e em grande parte alunas de escolas. Além disso é muito comum que as alunas se vendem a homens, chamados na África do Sul de “Sugar Daddys” (Papai Açucar ou Papai de Açucar ou Papai com Açucar, porque eles pagam as meninas muitas vezes com doces ou outras coisas de pouco valor.) Por isso 30% das alunas têm o virus de HIV, enquanto só 4% dos meninos têm o virus. Muitas meninas dormem também com os professores para ganhar notas melhores.


40% das meninas nas escolas até 18 anos já foram também estupradas. (Pesquisa de Neil Andersson e Ari Ho-Foster do instituto CIET Trust em Johannesburg.) Mas não todas as meninas vivem no mesmo perigo. Só 9% das meninas brancas são estupradas nas escolas, mas 55% das meninas negras. Em 20% dos casos o estuprador foi um professor, em 28%
outros alunos forçaram a vítima, 18% foram estupradas por um membro da família. Até 2007 nem foi considerado como estupro, se o estuprador era menor de 18 anos. Assim as meninas podiam ser estupradas por outros alunos sem nem cair nas estatísticas.

Cada ano uns 170 mil alunas engravidam, e quase a metade delas faz aborto. 30% da polulação disse em uma pesquisa, que sua primeira experiência sexual foi através de um estupro.

O estupro é aceitado em grandes partes da sociedade. 56% da população acha que na maioria dos estupros a culpa principal é da menina estuprada. Só 18% acham que estupro é condenável em todos os casos, sem exceção. 93% dos estupradores acham que não cometem algo errado. 67% dos homens acham que os estupradores não fazem nada errado, e também 27% das mulheres dizem o mesmo. 76% da população acham que existem meninas que merecem ser estupradas.

Poucas vítimas fazem depoimentos na polícia. E de 25 homens acusados 24 não são condenados (segundo a Associação ActionAid24, que trabalha sobre direitos de crianças.)

86% dos rapazes entre 13 e 20 anos acham que uma menina deve ser submissa. Muitos nem sequer sabem o que é um estupro. Acham que têm sempre naturalmente o direito de transar com as meninas. É o que aprendem em casa e veem nos filmes. No hospital “Teddy Bear Clinic” sociólogos tentam explicar a rapazes violentos, que nem todas as meninas podem ser estupradas à vontade.

Em uma pesquisa da professora Rachel Jewkes e o time do Medical Research Council (MRC) três quartos dos estupradores disse que tiveram menos de 20 anos quando cometeram seu primeiro estupro. 10% disseram que tiveram somente 10 anos ou menos de idade.

67% dos jovens acham que uma menina tem que ser submissa. 51% acham que é normal humilhar uma menina. 71% dos rapazes e 18% das meninas acham que um homem só pode virar um homem poderoso se cometeu pelo menos um estupro. 25% dos meninos entrevistados em escolas na cidade Soweto disseram que “jackrolling” (estupro em massa de uma menina para fins recriativos) é um divertimento muito legal. (Alex Perry (2007-11-05). “Oprah scandal rocks South Africa”. Time.com. Retrieved 11 December 2011.) (South Africa’s rape shock”. BBC News. 1999-01-19. Retrieved 2010-12-31.)

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A maioria das vítimas são negras e evangélicas. Mas também brancas, mulatas e asiáticas são estupradas.

Além de serem estupradas 46% das meninas também são torturadas.

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Polícia obriga prostitutas seminuas e nuas para limparem a rua

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O clube Afrodite, situado entre Belo Horizonte e Congonhas, MG, jamais teve problemas com os vizinhos, e seu dono, Bruno S., 46 anos, é considerado um homem educado, que até ajuda quando necessário, aos seus vizinhos. Parece que tudo mudou quando Bruno viajou para Mato Grosso para comprar duas ou três garotas novas para agradar aos seus clientes. Fui preso na noite do domingo com duas garotas no carro, e uma declarou que recebera uma surra, fora ameaçada e estuprada pelo vendedor e também por Bruno, porque ela não queria sair de Mato Grosso e não queria ser vendida e tampouco fazer programas. Dois dias depois chegou ao prostíbulo uma carga de areia para construir uma varanda, que foi largada na rua de qualquer jeito, já que o motorista não conseguiu falar com o dono e as garotas não sabiam informá-lo.

Quando Bruno não voltou e a areia atrapalhava certos vizinhos, estes chamavam a polícia, embora que sabiam que Bruno não estava presente para cuidar do problema. Em vez de ajudarem com pás para limpar a rua chamaram a polícia que tampouco pensa em ajudar fisicamente. Em vez disso ultimaram e ameaçaram as sete garotas para tirar a areia da rua. Embora que estas nem dispusessem de roupas a não ser em alguns casos biquínis minúsculos de traje típico de prostitutas foram forçadas para tirarem a areia.


thainutten-2384Vários homens da vizinhança e também os homens da polícia olhavam enquanto as moças tenras e bonitas tiveram que sujar-se com o trabalho inadequado para prostitutas jovens e gostosas. A Associação de prostitutas de MG e a Associação “Piranhas para Jesus” mandaram protestos, mas nem recebiam uma resposta sequer.

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Foka-9tos: Nem sempre putas e prostitutas são tratadas pela polícia assim como merecem. Tem policiais que abusam seu poder, não atendem a elas ou tratam-nas com desdém.

55 % das meninas estragam o caráter depois de se tornarem prostitutas



Meninas se entregam por motivos bons e justos à prostituição. A principal razão é que a menina quer ou se vê obrigada a ajudar à família, parentes, amigos ou ao namorado ou esposo que arcam com custos extraordinários por doenças, dívidas, morte, imprisionamento ou outros revezes. Outra razão são dívidas próprias. Outra razão é obediência a homens, que as mandam prostituir-se, seja para serem exploradas indevidamente, seja para fazerem-nas contribuírem a projetos como ajuntar dinheiro para construção de casa o abertura de uma pequena empresa. Outra razão é que querem melhorar a vida de filhos, irmãos ou sobrinhos, pagando plano de saúde ou escola para eles. Só umas 15% das meninas entram na prostituição por apego ao luxo, pela vontade de aparecerem mais do que outras pessoas, por apetite sexual exagerado e safadeza, ou por outras razões vis.
As meninas, então, não têm mau caráter, mas são como todas as outras meninas. Têm marginais, criminosas, rebeldes, birrentas e outras mal-intencionadas entre elas como em outras profissões, mas a maioria são meninas de boa vontade.

Mas o problema é, que 55% das meninas perdem essa disposição com o tempo e se deixam influenciar para o mal, seja por clientes, colegas e cafetões maus, seja por enjoarem com a situação e pensando em alternativas por caminhos errados, seja por serem maltratadas e não conseguirem sempre responder ao mal com amor, bondade e meiguice, seja pelo desprezo da sociedade que as trata com desdém, deixa sem atendimento religioso, não fornece a elas uma ética profissional e generaliza que toda prostituta é má.
Assim as meninas são empurradas para o mal, e por essa razão mais da metade delas, 55%, estragam o caráter com o tempo e viram pessoas más que pensam só em si, não trabalham com ética, dedicação e amor, e enganam seus clientes e superiores, se tiverem uma oportunidade.

Claro que elas não são as únicas. Por exemplo, até dos médicos, que começam com ideais e ética muito altos, quase 10% estragam o caráter durante a carreira e participam em coisas do mal. Nos advogados o número chega a 25%, nos pastores até para 28%. O pior desempenho é de uma profissão que certamente não deixou esperar outro resultado: os políticos. Cerca de 35% dos políticos não são criminosos antes de virarem políticos profissionais, mas querem fazer o bem. Desses 35% mais de 90% estragam o caráter durante sua vida de políticos e se ajuntam no pensar e fazer à maioria dos colegas maldosos deles. Uma situação igualmente penosa se encontra entre juízes e outros funcionários públicos ricos e poderosos.
Mas isso não deve servir como pretexto para as meninas. O que pode ser feito para melhorar o caráter das meninas?
O movimento “Piranhas para Jesus” acentua três pontos importantes para acabar com esse desvio de prostitutas para o lado mau e criminoso.
Em primeiro lugar a sociedade deve deixar de menosprezar as prostitutas. Hoje em dia uma pessoa séria como um pastor, padre, médico ou trabalhador sente orgulho de aparecer publicamente ao lado de políticos ou traficante, mas não quer ficar perto de prostitutas. Isso é uma inversão de valores. Essas meninas boas sofrem preconceitos e desdém, e pessoas, que roubam milhões e são direta ou indiretamente responsáveis pela morte ou miséria de pessoas, são reverenciadas. A sociedade deve reconhecer que putas são na maioria meninas e mulheres boas, que fazem mal a ninguém. Deve tratá-las como qualquer outra mulher. Assim como outras pessoas ela precisa de amigos bondosos e de caráter firme e bom, para se fortalecer com o exemplo deles, Se ela é sempre só circundada de cafetões e marginais, ela vai ser contagiada pelo mal.
Em segundo lugar as prostitutas precisam de ética profissional e educação. Nisso consta a importância de cafetões, além de associações de prostitutas, que elaboram uma ética, ensinam e educam as meninas. Muitas vezes um cafetão, que bate em uma prostituta mesmo merecidamente, é perseguido pela polícia que alega que a prostituta não pode ser disciplinada mesmo fazendo coisas erradas. Mas qualquer ser humano fica mais fácil no caminho se é vigiado. Um policial, por exemplo, sabe que corre risco de ser punido, se ele aceita suborno, bate sem razão, rouba ou estupra. Se o governo falasse, que os policiais poderiam fazer o que quiserem, como acontece em alguns países da África, eles se comportariam muito pior, e com o tempo a maioria deles praticaria o mal. Pelo bem deles eles são vigiados. Se fazem o mal, devem ser punidos. Se possível, não devem perder o emprego, porque assim a família deles perde a base financeira e passa necessidades. Assim também uma prostituta que comete um mal, não deve ser demitida, mas exemplada através de castigos, que doem tanto, que levam a um arrependimento sincero.

Em terceiro lugar as prostitutas devem ter livre acesso a igrejas e outras religiões, sem discriminação. Se já médicos, marceneiros e empregadas precisam da igreja para serem sempre lembrados de trabalharem sinceramente, de estudarem a palavra de Deus, de orar, de amar e de fazer boas obras, tanto mais uma puta. Não seria uma solução boa proibirem às igrejas de excluir as putas, porque uma igreja é uma associação e deve ser livre em suas decisões, mas se deve apelar a elas para elas mudarem o esquema de discriminação de putas e abrirem as suas portas para elas. Através da religião as putas viram mais meigas, aceitam seu destino e começam a entender, que servir aos outros não é uma humilhação, mas um ideal religioso e um privilégio
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