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26 homens turcos estupraram uma menina de 12 anos. A justiça decidiu que a culpa foi da adolescente

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zb-147Necla teve 12 anos quando aceitou um trabalho de faxina no escritório do presidente do distrito Kiziltepe no sudeste da Turquia. Mas em vez disso ela foi estuprada. Como se descobriu depois as duas mulheres, que aliciaram Necla para tal trabalho de faxina, foram alcoviteiras. Depois do estupro elas e o homem ameaçaram que iriam contar a todos que ela foi deflorada, se ela denunciasse o estupro. No interior da Turquia menina deflorada é uma vergonha tão grande para a família que muitas vezes acabam por matá-la.

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zb-166Depois desse dia e dessa ameaça não teve escape. Teve que abrir as pernas e a boca para diversos homens, muitos deles de destaque como dois oficiais do exército e um diretor de uma escola. Finalmente foi mandada para uma casa de meninas pela secretaria de juventude, por causa de sua vida “dissoluta”, mas os homens a acharam e levaram-na para estuprá-la mais vezes. Ameaçaram até que iriam pegar e estuprar a irmã pequena dela se ela tivesse rebelde e não cooperaria em tudo.

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Mas o processo virou um escândalo. Os advogados da menina foram hostilizados e ameaçados e nem apareciam no processo. O juiz exigiu para a menina mostrar diante de todos as posições em que foi estuprada.  Com muita vergonha a adolescente mostrou como ela foi violada, mas não cumpriu satisfatoriamente a exigência. Por isso o juiz contestou a sua apresentação.

Depois de sete meses de estupros Necla criou coragem e fez depoimento na polícia. A Turquia é um país muçulmano, mas ainda não tem a xaria. Há um século ela tem uma constituição secular, obra do grande presidente Atatürk. Por isso, pela lei, uma mulher pode fazer um depoimento sem precisar de testemunhas masculinas.

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O processo demorou 7 anos, e todos os réus ficavam em liberdade e aproveitaram para ameaçar a menina e influênciar testemunhas. E no final o juiz declarou que a menina evidentemente não foi ameaçada nem obrigada, mas se teria prostituída e levada uma vida bem dissoluta.

Mesmo assim os réus deveriam ser condenados a pelo menos cinco anos por terem sexo com uma menor, mas recebiam penas menores.

Men smoking sheesha (water pipe) in a cafe in the Arab Souk in the Old City, Jerusalem, Israel.

zd-113Muitos homen turcos tratam garotas como seres humanos de segunda classe. Por isso não se importam com os direitos e o bem-estar delas.    


Maioria dos homens turcos é a favor da violência contra mulheres

MaridoTurco62% dos turcos são a favor de violência na educação e disciplinamento de esposas. Segundo a tradição muçulmana o homem é a cabeça da família e tem o direito e o dever de educar e castigar esposas, filhas e, na ausência de outra pessoa, também outras parentes. Uma pesquisa da Universidade Kirikkale e da ONG “Criança feliz” em 3500 homens turcos teve como resultado, que os homens consideram tal violência como normal, justa, adequada e prático.

28% acham que violência deve ser aplicada sempre para manter a disciplina e autoridade. 34% acham que deveria só aplicar castigos corporais de vez em quando, quando a esposa apronta algo que faz jus a tal proceder.

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MaridoTurco-003Uma razão frequente é a honra manchada da família. Se uma mulher é acusada, seja com razão ou não, de ser mexeriqueira ou preguiçosa ou de ter falado mal de tal vizinho ou político, o homem responsável, que é normalmente o marido, prefere castigar a mulher assim que todo mundo saiba. Assim se vê que ele se distancia de tal comportamento e a honra da família é restituida.

Imaginem agora: se 62% dos homens são a favor de castigos corporais para esposas, ainda mais devem ser a favor de tais castigos para empregadas domésticas, servas e escravas. E assim se explica a naturalidade com que cafetões turcos castigam as suas garotas.

MaridoTurco-002Cafetões pertencem quase sempre a essa faixa de 62% dos homens que estão a favor da violência, e na grande maioria pertencem também a esses 28% que acham que a violência deve ser aplicada constantemente para ter melhores resultados na educação.

Além disso sabemos que até no Brasil muitos homens são a favor da violência e até da tortura na educação de prostitutas, como já foi revelado na última década por pesquisas no Orkut em que muitos disseram que a violência na educação de prostitutas seria justa ou até desejável.

MaridoTurco-002Estima-se baseado nesses fatos e pesquisas menores que 88% dos homens turcos são a favor da violência contra prostitutas. 48% acham que a violência deve ser aplicada só para educar as prostitutas e melhorar seu desempenho e o lucro. 40% acham que elas devem sempre ser castigadas corporalmente, mesmo se elas se comportarem bem, para manter a disciplina e garantir a autoridade dos cafetões e outros superiores e fixar a submissão absoluta na cabeça das garotas.

Até mulheres muçulmanas respondem em pesquisas maioritariamente que violência na educação de prostitutas seria legítima ou necessária.

MaridoTurco-003Turcos dominam uma grande parte dos prostíbulos na Europa, traficam e exploram centenas de milhares de garotas e mulheres. Em países como Alemanha ou Holanda eles têm seus próprios puteiros. Para fora nada indica que se trata de um puteiro, mas parece uma casa de chá ou de outra finalidade. Por isso a polícia não controla esses estabelecimentos. Mas os turcos sabem que por dentro se encontram meninas belas e submissas para fazer o que os clientes desejam. Normalmente não são turcas nem muçulmanas em geral, mas garotas compradas de outros países, que são brutalmente privadas de todos os direitos e mantidas pior do que animais.

40% dos turcos que frequentam tais puteiros como clientes disseram que já bateram em uma prostituta.

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A esposa muçulmana é pouco mais do que uma escrava sexual. Sobretudo as garotas novinhas, quando casarem com homens mais velhas, viram praticamente escravas.

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O marido castiga as mulheres em sua casa assim como ele quiser.

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Prostitutas, naturalmente, são consideradas um tipo de gado, que se vende e compra e trata como quiser.MaridoTurco-013MaridoTurco-014MaridoTurco-015

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MaridoTurco-001Os entrevistados não veem problema em uma garota ser obrigada a chupar mais de cem homens de vez e ser estuprada por todos, para ela se transformar em uma prostituta submissa e gostosa.

 

Outra enquete:

Como seria a minha vida se eu fosse a sua prostituta e vc meu dono? Imagina que alguém tem dividas com vc, e ele não consegue pagar. Já que ele possui uma bela mulata, igual eu, que trabalha para ele como prostituta, ele te entrega a puta como pagamento. Como vc me aproveitaria a posse de mim ou de uma outra mulata ou negra gostosa?

A maneira como eles respondem mostra a crueldade das pessoas para com as prostitutas e putas. A maioria seria disposta a usar violência, crueldade e humilhação para explorar a puta ao máximo e garantir um bom lucro:

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Também essa enquete mostra que para muitos putas são como objetos ou animais. Vale explorar e humilhá-las ao máximo: Qual tipo de roupa eu teria que vestir se eu fosse sua puta e trabalhasse na Guaicurus? Imagina que eu fosse uma prostituta na Guaicurus e vc meu cafetão, dono ou marido. Qual roupa eu teria que vestir no trabalho?

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Camboja, campeã em estupro em massa (gang-rape)

cambodiaEstuprar uma menina ou mulher junto com alguns amigos para se divertir, satisfazer a excitação sexual ou para punir a menina é algo muito comum em Camboja. Camboja é um país asiático entre Tailândia e Vietnã, países com longa história de prostituição. Na época comunista o governo comunista ofereceu prostitutas gratuitas para a população. Hoje Camboja é também conhecido pelo tamanho da prostituição infantil.

Zwangsprostitution in Kambodscha


No Camboja, o estupro é, segundo ONGs locais e internacionais, muito comum, e apenas uma pequena minoria destes assaltos são denunciados às autoridades, devido ao estigma social associado a ser vítima de um crime sexual, e, em
particular, para perder a virgindade antes do casamento (independentemente de como isso aconteceu). A partir de novembro de 2008 a novembro de 2009, a polícia registrou 468 casos de estupro, tentativa de estupro e assédio sexual, um aumento de 2,4 por cento sobre o ano anterior. Quebrando o Silêncio – Violência Sexual no

091(1)Camboja é um relatório produzido pela Anistia Internacional, e lançado em 2010, que analisou a situação de violência sexual no Camboja. O relatório constatou que, na pequena minoria de estupros que são relatados, a solução mais frequente é um acordo extrajudicial entre o agressor e a vítima (ou suas famílias), em que o estuprador paga uma soma de dinheiro que é compartilhado entre as autoridades e a vítima e sua família, após o que a vítima tem de retirar qualquer queixa contra o agressor, e do Ministério Público encerra o caso. Quando um estupro é investigado, o denunciante geralmente deve pagar uma soma para as autoridades, para garantir que o tribunal investigue o caso, caso contrário, o progresso é lento e pode demorar mais de dois anos para que nada aconteça. Durante o período de pré-julgamento, há sempre um risco de que a família do agressor vai pagar um suborno para garantir a sua absolvição ou de carga reduzida.

A ONU relatou resultados em 2013 a partir de um estudo que eles fizeram em seis países da Ásia-Pacífico sobre a violência contra as mulheres. 20,4% dos homens cambojanos disseram que haviam estuprado uma mulher em sua vida e 11,3% havia estuprado no ano passado. 3,3%
5038e2f07dd0070124edd47d049f07d5havia estuprado outro homem em algum momento e 23% tinham participado de violação em grupo, a maior percentagem das nove regiões pesquisadas. Camboja foi a única área onde estupro coletivo foi a forma de estupro mais reportada. 45% responderam que o excitação e diversão foram o motivo por estuprar uma mulher e 42% disseram que estupraram para punir uma mulher, e 6% praticam os estupros por fins esportivos. 11,7% dos estupradores havia estuprado 4 ou mais mulheres. 52% cometeram seu primeiro estupro como adolescentes e 15,8% fê-lo com idade inferior a 15 anos.

Se o motivo é punir a menina os homens, em geral, operam maia desinibidamente. Um caso típico foi no ano passado o estupro de uma aluna na capital Phnom Penh. Segundo testemunhas ela teria namorado com um rapaz influente, mas quando ele quis transar com ela, ela deu pretextos e finalmente largou a ele. Ele viu se enganado pela moça e planejou a vingança. Difundiu certos boatos que fizeram com que mais pessoas ficaram revoltados com a moça. Inclusive geriu um perfil falso da moça no facebook falando mal de outros. Na verdade a menina não teve facebook nem muito acesso ao internet e sabia de nada.

km05207-Girl-of-Kampong-Thom,-Cambodia.-9471Uns 15 rapazes e algumas garotas revoltados com a suposta atitude da moça ajuntaram-se ao rapaz, apoderaram se da moça e levaram-na à casa de um tio de um deles. Lá todos estupraram a menina várias vezes, urinaram nela e batiam nela.

Alguns rapazes ligaram para amigos e convidaram-nos para participarem da festa, e assim dentro de pouco mais do que um dia mais de trinta pessoas estupraram a moça, muitos estupravam-na até duas ou três vezes. Eles tiraram também fotos nuas da moça e colocaram-nas em seu perfil do facebook, mas para ele não ser apagado colocaram tachas na buceta e nos mamilos. Os textos das fotos foram todos safados, como se a moça estivesse se oferecendo porque era muito excitada. Escreveram, por exemplo: Deito aqui com as pernas abertas e a bucetinha molhadinha e quero dar para quem quiser.

Não demorou e apareciam os primeiros homens em busca de aventura. Já que eram muitos os rapazes começaram a cobrar uma taxa deles. Assim a moça foi vendida como prostituta, embora que ela nem soubesse que foi cobrado um valor. Viu que não teve jeito e parou a resistir, recebendo todos os homens deitada e de pernas abertas, só se levantando de vez em quando se lhe permitiram para se lavar.


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036Diariamente atendeu a uns 15 clientes que pagavam, e além disso teve que abrir as pernas para os sequestradores e alguns amigos deles que a podiam usar de graça. No início os sequestradores não tinham planejado, pensavam em ficar com a moça só por um ou uns poucos dias, dependendo do tamanho do divertimento. Quando, porém, perceberam que deu para até lucrar com ela, resolveram a prostituí-la e ficar com ela.

Logo que tomaram essa decisão pediram a um homem o favor de testar a moça. Era um vizinho dela que a conhecia desde pequena e ele falou gentil com ela como se queria ajudá-la. Então ela abriu seu coração e contou que foi sequestrada e não queria ser prostituta e pediu para informar a família dela para resgatá-la. Tratou o homem com muita reverência no sexo para ganhar a ajuda dele, mas este foi diretamente contar tudo aos sequestradores. Estes obrigaram a puta para abrir suas pernas, seguraram-na e queimaram-lhe com um prego aquecido em uma chama um sinal paracido com um W na pele logo acima do grelinho. O sinal é em Cambódia um sinal conhecida para prostitutas. Falaram com a menina que seria queimada ainda muito mais se outra vez falasse com alguém que fosse obrigada a ser prostituta. Ela devia falar sempre que gostasse de ser prostituta.

Seis semanas depois um rapaz frequentou a moça, que era antes colega de escola. Disse que ficou estranhado revê-la aqui. Contou que viu-a no facebook, mas não imaginava que seria realmente prostituta. Apesar do perigo ela contou que foi sequestrada e prostituída à força e pediu ajuda ao rapaz. O rapaz prometeu falar com os pais dela, mas quando ele contou primeiramente a uma amigo, este disse que seria muito melhor para o rapaz falar com os sequestradores. Seria costume que donos de prostitutas agradecem sempre generosamente a tais pessoas e eles recebem dinheiro ou o direito de fazer por algumas horas com a puta o que quiserem.

Quando o rapaz ouviu isso gostaria muito de ganhar esse galardão, mas teve medo de falar com os sequestradores. Por isso o amigo foi junto, e os dois foram falar com os patifes. Estes chamaram a moça e ela sucumbiu logo, confessando chorando o crime. Primeiramente foi entregue por uma noite ao rapaz e por uma hora ao amigo e ajudante dele, sem limites. Os rapazes aproveitaram o ensejo raro bastante. Mas o pior foi a punição depois.

Furaram-lhe com uma sovela aquecida em uma chama os mamilos e o grelinho e anelaram a moça com três aneis pesados. Depois de cada perfuração foi estuprada por vários homens, que roçaram com força na ferida para submeter a puta de vez. Depois de colocar os aneis nela os seviciadores amarraram a menina indefesa com as pernas abertas. Assim foi estuprada por inúmeros homens. Muitos recebiam a notícia da punição e queriam transar com a menina desse jeito, pagando a taxa que foi cobrada. No primeiro dia mais de 70 homens estupraram-na sem dó, excitados pela violência truculenta.


Depois de uma semana a moça foi quebrantada e prostrada e os sequestradores desamarraram-na. Continuou servindo em submissão, mas um dia de novo um rapaz da turma dela apareceu. Novamente perguntou a ela, e mostrou tanta bondade e empatia que ela mais uma vez arriscou tudo e pediu ajuda ao rapaz. E embora que ele soubesse das vantagens se tivesse contado tudo aos sequestradores, ele foi falar com o pai da menina. E ainda aconteceu um segundo milagre: Muitos pais cambodianos em situação semelhante sentiriam muita vergonha de uma filha assim e não queriam-na de volta em casa. Iriam falar com os sequestradores, mas fechariam um contrato que deixaria os malandros na posse da moça, mas garantiria ao pai uma participação no lucro.

Filhas não valem muito na Cambódia, e uma filha que foi prostituída fica encalhada em casa, sem muitas chances de se casar, um estigma para a família, sem utilidade nenhuma. Por isso muitos pais nesta situação tivessem fechado um contrato em vez de chamar a polícia, que de qualquer forma não ajudaria muito.

Mas essa menina teve duas vezes sorte. Não somente seu colega menteve a palavra, também o pai fez certo e chamou a polícia e a filha foi liberada. E a menina teve uma terceira vez sorte, quando viu que a juíza do caso foi uma mulher. A maioria dos sequestros não é punido. Sobretudo se duzenas de homens testemunham que a menina abriu voluntariamente as pernas e agiu em tudo como uma prostituta. Mas a juíza sabia das feridas no corpo da menina e não foi convencida tão facilmente. Por isso os homens temiam até uma punição maior como alguns meses prisão, e espalharam o boato que também os clientes seriam acusados por estupro. Por isso muitos ajudaram ou pediram a amigos por ajuda e mais de sessenta homens foram para a polícia testemunhando que eles já conheceriam a moça bem antes como prostituta e puta e já teriam transado com ela inclusive oral, anal e de tudo. Assim deixaram a impressão de que se tratasse de uma puta toda safada e sem pudor.

Desse jeito também a juíza não podia fazer nada. Mostrou coragem em apesar de todos os testemunhos contra a moça pressionar os sequestradores, e assim eles fecharam um acordo com o pai dela pagando R$ 2 mil como indenização. R$ 2 mil é muito dinheiro para uma família pobre. Mas os calhordas pagaram a soma sorrindo, porque ganharam nas dez semanas em que a moça ficou em seu poder, mais de R$ 10 mil com ela.

Mais informações: https://en.wikipedia.org/wiki/Rape_statistics#Cambodia

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Muitas meninas cambojanas são tão meigas e boazinhas que não se defendem se são estupradas e também não denunciam os malfeitores na polícia. Muitas são cordatas e cooperam com os estupradores, abrem as pernas e a bucetinha e chupam com fervor para mostrar sua submissão, semelhante a muitas meninas evangélicas boazinhas em outros países.

  

Muitas vezes os estupros são acompanhados com atos perversos e humilhantes.

Estupro corritivo: o novo esporte cruel na África do Sul

Estupro corritivo: o novo esporte cruel na África do Sul


Rapazes, homens e até meninos cuidam de um novo divertimento ou esporte perverso: o estupro corretivo. Eles assaltam ou caçam meninas lésbicas e estupram-nas sem dó. Muitas vítimas sofrem estupros por horas, participando vários homens, rapazes e meninos, e em alguns casos até meninas.

Em geral estupro é tolerado por grandes partes das sociedade sulafricana. De mil estupros só cem são registrados na polícia, porque as vítimas são ameaçadas ou têm medo ou não confiam na polícia ou têm vergonha ou sabem que a polícia não ajuda. Desses cem casos só 4 terminam com uma condenação do estuprador.

Ainda mais o estupro de lesbicas é tolerado e amparado na população. 66% da população acha que não é crime estuprar uma menina lésbica. 78% acham que a maioria das meninas lésbicas merece ser estuprada. 58% acham que os estupros contribuem para uma lésbica se corrigir e virar normal.


Cientistas, no entanto, chegam a outros resultados: só 23% das lesbicas corrigem sua vida depois dos estupros, mas só 4% por convicção e as outras por medo de novos estupros. Quer dizer, elas namoram com homens em vez de mulheres não porque mudaram da orientação sexual, mas pelo medo de novos estupros.

Uma mudança da orientação sexual acontece geralmente só se os estupros continuam por muito tempo como em casos de prostitutas forçadas. Prostitutas forçadas são estupradas por seus responsáveis antes de virarem prostitutas ou justamente para transformá-las em prostitutas. Geralmente são entre dez e cem estupros. Também depois são estupradas para punir e educá-las e fazê-las submissas e humildes. Além disso as candidatas têm que chupar forçadamente quantidades maiores de homens e às vezez também meninas.

A menina resigna e concorda em ser prostituta e abre as pernas para os clientes. Mas já que ela obedece aos clientes só por causa das ameaças, cada programa é tecnicamente um estupro. Prostitutas são, visto desta perspectiva, vítimas de dez, vinte ou mais estupros por dia. A maioria das prostitutas lesbicas, que são forçadas a transar com homens, só muda a orientação sexual depois de seis até 12 meses, correspondendo a mil até dez mil estupros. 23% delas nem assim mudam a orientação e continuam lésbicas, transando com os clientes somentes sob ameaça de castigos ou pela necessidade de ganharem dinheiro.

O estupro corritivo virou mundialmente famoso quando a jogadora de futebol americano Eudy Simelane, membro do time nacional, foi brutalmente estuprada por ser lésbica. Ela morreu pelo impacto do estupro e torturas.

Fontes:
https://de.wikipedia.org/wiki/Corrective_rape https://pt.wikipedia.org/wiki/Estupro_corretivo 

http://jetzt.sueddeutsche.de/texte/anzeigen/562264/Grausame-Korrekturen

Além de serem estupradas as vítimas, muitas vezes, são também torturadas.

 

A maioria das vítimas são negras e evangélicas, mas também brancas, mulatas e asiáticas sofrem.

África do Sul: campeã mundial em estupros

África do Sul: campeã mundial em estupros

África do Sul foi chamado o “paraíso dos estupradores”. Realmente não existe outro país, a não ser países em guerra com estupros de guerra em massa, em que mais mulheres e meninas sejam estupradas. E isso em grande parte por homens comuns, vizinhos, amigos, parentes ou professores.

Uma de quatro meninas de 18 anos relata que já foi vítima de pelo menos um estupro, e um em quatro homens responderam em uma enquete que já estupraram pelo menos uma vez. Um terço das meninas e mulheres disseram que foram estupradas no último ano.( South Africa’s rape shock”. BBC News. 1999-01-19. Retrieved 2010-12-31.)

Cada ano uns 70 mil casos são documentados pela polícia, mas quase nunca ninguém é punido. Por isso a maioria das vítimas nem se dá o trabalho de ir à polícia. Estima-se que tem na África do Sul na verdade uns 2 milhões de estupros, sem nem contar a prostituição forçada, que centuplicaria o número, porque as meninas são forçadas para abrirem as suas pernas para os clientes e cada programa seria considerado como estupro. Assim uma prostituta é estuprada uma vinte ou trinta vezes por dia ou 10 mil vezes por ano.

Mas mesmo sem pensar nestas meninas cativas na prostituição e tráfico humano a situação é desolador. A metade das vítimas tem entre 7 e 18 anos de idade e em grande parte alunas de escolas. Além disso é muito comum que as alunas se vendem a homens, chamados na África do Sul de “Sugar Daddys” (Papai Açucar ou Papai de Açucar ou Papai com Açucar, porque eles pagam as meninas muitas vezes com doces ou outras coisas de pouco valor.) Por isso 30% das alunas têm o virus de HIV, enquanto só 4% dos meninos têm o virus. Muitas meninas dormem também com os professores para ganhar notas melhores.


40% das meninas nas escolas até 18 anos já foram também estupradas. (Pesquisa de Neil Andersson e Ari Ho-Foster do instituto CIET Trust em Johannesburg.) Mas não todas as meninas vivem no mesmo perigo. Só 9% das meninas brancas são estupradas nas escolas, mas 55% das meninas negras. Em 20% dos casos o estuprador foi um professor, em 28%
outros alunos forçaram a vítima, 18% foram estupradas por um membro da família. Até 2007 nem foi considerado como estupro, se o estuprador era menor de 18 anos. Assim as meninas podiam ser estupradas por outros alunos sem nem cair nas estatísticas.

Cada ano uns 170 mil alunas engravidam, e quase a metade delas faz aborto. 30% da polulação disse em uma pesquisa, que sua primeira experiência sexual foi através de um estupro.

O estupro é aceitado em grandes partes da sociedade. 56% da população acha que na maioria dos estupros a culpa principal é da menina estuprada. Só 18% acham que estupro é condenável em todos os casos, sem exceção. 93% dos estupradores acham que não cometem algo errado. 67% dos homens acham que os estupradores não fazem nada errado, e também 27% das mulheres dizem o mesmo. 76% da população acham que existem meninas que merecem ser estupradas.

Poucas vítimas fazem depoimentos na polícia. E de 25 homens acusados 24 não são condenados (segundo a Associação ActionAid24, que trabalha sobre direitos de crianças.)

86% dos rapazes entre 13 e 20 anos acham que uma menina deve ser submissa. Muitos nem sequer sabem o que é um estupro. Acham que têm sempre naturalmente o direito de transar com as meninas. É o que aprendem em casa e veem nos filmes. No hospital “Teddy Bear Clinic” sociólogos tentam explicar a rapazes violentos, que nem todas as meninas podem ser estupradas à vontade.

Em uma pesquisa da professora Rachel Jewkes e o time do Medical Research Council (MRC) três quartos dos estupradores disse que tiveram menos de 20 anos quando cometeram seu primeiro estupro. 10% disseram que tiveram somente 10 anos ou menos de idade.

67% dos jovens acham que uma menina tem que ser submissa. 51% acham que é normal humilhar uma menina. 71% dos rapazes e 18% das meninas acham que um homem só pode virar um homem poderoso se cometeu pelo menos um estupro. 25% dos meninos entrevistados em escolas na cidade Soweto disseram que “jackrolling” (estupro em massa de uma menina para fins recriativos) é um divertimento muito legal. (Alex Perry (2007-11-05). “Oprah scandal rocks South Africa”. Time.com. Retrieved 11 December 2011.) (South Africa’s rape shock”. BBC News. 1999-01-19. Retrieved 2010-12-31.)

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A maioria das vítimas são negras e evangélicas. Mas também brancas, mulatas e asiáticas são estupradas.

Além de serem estupradas 46% das meninas também são torturadas.

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