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26 homens turcos estupraram uma menina de 12 anos. A justiça decidiu que a culpa foi da adolescente

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zb-147Necla teve 12 anos quando aceitou um trabalho de faxina no escritório do presidente do distrito Kiziltepe no sudeste da Turquia. Mas em vez disso ela foi estuprada. Como se descobriu depois as duas mulheres, que aliciaram Necla para tal trabalho de faxina, foram alcoviteiras. Depois do estupro elas e o homem ameaçaram que iriam contar a todos que ela foi deflorada, se ela denunciasse o estupro. No interior da Turquia menina deflorada é uma vergonha tão grande para a família que muitas vezes acabam por matá-la.

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zb-166Depois desse dia e dessa ameaça não teve escape. Teve que abrir as pernas e a boca para diversos homens, muitos deles de destaque como dois oficiais do exército e um diretor de uma escola. Finalmente foi mandada para uma casa de meninas pela secretaria de juventude, por causa de sua vida “dissoluta”, mas os homens a acharam e levaram-na para estuprá-la mais vezes. Ameaçaram até que iriam pegar e estuprar a irmã pequena dela se ela tivesse rebelde e não cooperaria em tudo.

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Mas o processo virou um escândalo. Os advogados da menina foram hostilizados e ameaçados e nem apareciam no processo. O juiz exigiu para a menina mostrar diante de todos as posições em que foi estuprada.  Com muita vergonha a adolescente mostrou como ela foi violada, mas não cumpriu satisfatoriamente a exigência. Por isso o juiz contestou a sua apresentação.

Depois de sete meses de estupros Necla criou coragem e fez depoimento na polícia. A Turquia é um país muçulmano, mas ainda não tem a xaria. Há um século ela tem uma constituição secular, obra do grande presidente Atatürk. Por isso, pela lei, uma mulher pode fazer um depoimento sem precisar de testemunhas masculinas.

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O processo demorou 7 anos, e todos os réus ficavam em liberdade e aproveitaram para ameaçar a menina e influênciar testemunhas. E no final o juiz declarou que a menina evidentemente não foi ameaçada nem obrigada, mas se teria prostituída e levada uma vida bem dissoluta.

Mesmo assim os réus deveriam ser condenados a pelo menos cinco anos por terem sexo com uma menor, mas recebiam penas menores.

Men smoking sheesha (water pipe) in a cafe in the Arab Souk in the Old City, Jerusalem, Israel.

zd-113Muitos homen turcos tratam garotas como seres humanos de segunda classe. Por isso não se importam com os direitos e o bem-estar delas.    


Maioria dos homens turcos é a favor da violência contra mulheres

MaridoTurco62% dos turcos são a favor de violência na educação e disciplinamento de esposas. Segundo a tradição muçulmana o homem é a cabeça da família e tem o direito e o dever de educar e castigar esposas, filhas e, na ausência de outra pessoa, também outras parentes. Uma pesquisa da Universidade Kirikkale e da ONG “Criança feliz” em 3500 homens turcos teve como resultado, que os homens consideram tal violência como normal, justa, adequada e prático.

28% acham que violência deve ser aplicada sempre para manter a disciplina e autoridade. 34% acham que deveria só aplicar castigos corporais de vez em quando, quando a esposa apronta algo que faz jus a tal proceder.

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MaridoTurco-003Uma razão frequente é a honra manchada da família. Se uma mulher é acusada, seja com razão ou não, de ser mexeriqueira ou preguiçosa ou de ter falado mal de tal vizinho ou político, o homem responsável, que é normalmente o marido, prefere castigar a mulher assim que todo mundo saiba. Assim se vê que ele se distancia de tal comportamento e a honra da família é restituida.

Imaginem agora: se 62% dos homens são a favor de castigos corporais para esposas, ainda mais devem ser a favor de tais castigos para empregadas domésticas, servas e escravas. E assim se explica a naturalidade com que cafetões turcos castigam as suas garotas.

MaridoTurco-002Cafetões pertencem quase sempre a essa faixa de 62% dos homens que estão a favor da violência, e na grande maioria pertencem também a esses 28% que acham que a violência deve ser aplicada constantemente para ter melhores resultados na educação.

Além disso sabemos que até no Brasil muitos homens são a favor da violência e até da tortura na educação de prostitutas, como já foi revelado na última década por pesquisas no Orkut em que muitos disseram que a violência na educação de prostitutas seria justa ou até desejável.

MaridoTurco-002Estima-se baseado nesses fatos e pesquisas menores que 88% dos homens turcos são a favor da violência contra prostitutas. 48% acham que a violência deve ser aplicada só para educar as prostitutas e melhorar seu desempenho e o lucro. 40% acham que elas devem sempre ser castigadas corporalmente, mesmo se elas se comportarem bem, para manter a disciplina e garantir a autoridade dos cafetões e outros superiores e fixar a submissão absoluta na cabeça das garotas.

Até mulheres muçulmanas respondem em pesquisas maioritariamente que violência na educação de prostitutas seria legítima ou necessária.

MaridoTurco-003Turcos dominam uma grande parte dos prostíbulos na Europa, traficam e exploram centenas de milhares de garotas e mulheres. Em países como Alemanha ou Holanda eles têm seus próprios puteiros. Para fora nada indica que se trata de um puteiro, mas parece uma casa de chá ou de outra finalidade. Por isso a polícia não controla esses estabelecimentos. Mas os turcos sabem que por dentro se encontram meninas belas e submissas para fazer o que os clientes desejam. Normalmente não são turcas nem muçulmanas em geral, mas garotas compradas de outros países, que são brutalmente privadas de todos os direitos e mantidas pior do que animais.

40% dos turcos que frequentam tais puteiros como clientes disseram que já bateram em uma prostituta.

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A esposa muçulmana é pouco mais do que uma escrava sexual. Sobretudo as garotas novinhas, quando casarem com homens mais velhas, viram praticamente escravas.

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O marido castiga as mulheres em sua casa assim como ele quiser.

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Prostitutas, naturalmente, são consideradas um tipo de gado, que se vende e compra e trata como quiser.MaridoTurco-013MaridoTurco-014MaridoTurco-015

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MaridoTurco-001Os entrevistados não veem problema em uma garota ser obrigada a chupar mais de cem homens de vez e ser estuprada por todos, para ela se transformar em uma prostituta submissa e gostosa.

 

Outra enquete:

Como seria a minha vida se eu fosse a sua prostituta e vc meu dono? Imagina que alguém tem dividas com vc, e ele não consegue pagar. Já que ele possui uma bela mulata, igual eu, que trabalha para ele como prostituta, ele te entrega a puta como pagamento. Como vc me aproveitaria a posse de mim ou de uma outra mulata ou negra gostosa?

A maneira como eles respondem mostra a crueldade das pessoas para com as prostitutas e putas. A maioria seria disposta a usar violência, crueldade e humilhação para explorar a puta ao máximo e garantir um bom lucro:

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Também essa enquete mostra que para muitos putas são como objetos ou animais. Vale explorar e humilhá-las ao máximo: Qual tipo de roupa eu teria que vestir se eu fosse sua puta e trabalhasse na Guaicurus? Imagina que eu fosse uma prostituta na Guaicurus e vc meu cafetão, dono ou marido. Qual roupa eu teria que vestir no trabalho?

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Camboja, campeã em estupro em massa (gang-rape)

cambodiaEstuprar uma menina ou mulher junto com alguns amigos para se divertir, satisfazer a excitação sexual ou para punir a menina é algo muito comum em Camboja. Camboja é um país asiático entre Tailândia e Vietnã, países com longa história de prostituição. Na época comunista o governo comunista ofereceu prostitutas gratuitas para a população. Hoje Camboja é também conhecido pelo tamanho da prostituição infantil.

Zwangsprostitution in Kambodscha


No Camboja, o estupro é, segundo ONGs locais e internacionais, muito comum, e apenas uma pequena minoria destes assaltos são denunciados às autoridades, devido ao estigma social associado a ser vítima de um crime sexual, e, em
particular, para perder a virgindade antes do casamento (independentemente de como isso aconteceu). A partir de novembro de 2008 a novembro de 2009, a polícia registrou 468 casos de estupro, tentativa de estupro e assédio sexual, um aumento de 2,4 por cento sobre o ano anterior. Quebrando o Silêncio – Violência Sexual no

091(1)Camboja é um relatório produzido pela Anistia Internacional, e lançado em 2010, que analisou a situação de violência sexual no Camboja. O relatório constatou que, na pequena minoria de estupros que são relatados, a solução mais frequente é um acordo extrajudicial entre o agressor e a vítima (ou suas famílias), em que o estuprador paga uma soma de dinheiro que é compartilhado entre as autoridades e a vítima e sua família, após o que a vítima tem de retirar qualquer queixa contra o agressor, e do Ministério Público encerra o caso. Quando um estupro é investigado, o denunciante geralmente deve pagar uma soma para as autoridades, para garantir que o tribunal investigue o caso, caso contrário, o progresso é lento e pode demorar mais de dois anos para que nada aconteça. Durante o período de pré-julgamento, há sempre um risco de que a família do agressor vai pagar um suborno para garantir a sua absolvição ou de carga reduzida.

A ONU relatou resultados em 2013 a partir de um estudo que eles fizeram em seis países da Ásia-Pacífico sobre a violência contra as mulheres. 20,4% dos homens cambojanos disseram que haviam estuprado uma mulher em sua vida e 11,3% havia estuprado no ano passado. 3,3%
5038e2f07dd0070124edd47d049f07d5havia estuprado outro homem em algum momento e 23% tinham participado de violação em grupo, a maior percentagem das nove regiões pesquisadas. Camboja foi a única área onde estupro coletivo foi a forma de estupro mais reportada. 45% responderam que o excitação e diversão foram o motivo por estuprar uma mulher e 42% disseram que estupraram para punir uma mulher, e 6% praticam os estupros por fins esportivos. 11,7% dos estupradores havia estuprado 4 ou mais mulheres. 52% cometeram seu primeiro estupro como adolescentes e 15,8% fê-lo com idade inferior a 15 anos.

Se o motivo é punir a menina os homens, em geral, operam maia desinibidamente. Um caso típico foi no ano passado o estupro de uma aluna na capital Phnom Penh. Segundo testemunhas ela teria namorado com um rapaz influente, mas quando ele quis transar com ela, ela deu pretextos e finalmente largou a ele. Ele viu se enganado pela moça e planejou a vingança. Difundiu certos boatos que fizeram com que mais pessoas ficaram revoltados com a moça. Inclusive geriu um perfil falso da moça no facebook falando mal de outros. Na verdade a menina não teve facebook nem muito acesso ao internet e sabia de nada.

km05207-Girl-of-Kampong-Thom,-Cambodia.-9471Uns 15 rapazes e algumas garotas revoltados com a suposta atitude da moça ajuntaram-se ao rapaz, apoderaram se da moça e levaram-na à casa de um tio de um deles. Lá todos estupraram a menina várias vezes, urinaram nela e batiam nela.

Alguns rapazes ligaram para amigos e convidaram-nos para participarem da festa, e assim dentro de pouco mais do que um dia mais de trinta pessoas estupraram a moça, muitos estupravam-na até duas ou três vezes. Eles tiraram também fotos nuas da moça e colocaram-nas em seu perfil do facebook, mas para ele não ser apagado colocaram tachas na buceta e nos mamilos. Os textos das fotos foram todos safados, como se a moça estivesse se oferecendo porque era muito excitada. Escreveram, por exemplo: Deito aqui com as pernas abertas e a bucetinha molhadinha e quero dar para quem quiser.

Não demorou e apareciam os primeiros homens em busca de aventura. Já que eram muitos os rapazes começaram a cobrar uma taxa deles. Assim a moça foi vendida como prostituta, embora que ela nem soubesse que foi cobrado um valor. Viu que não teve jeito e parou a resistir, recebendo todos os homens deitada e de pernas abertas, só se levantando de vez em quando se lhe permitiram para se lavar.


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036Diariamente atendeu a uns 15 clientes que pagavam, e além disso teve que abrir as pernas para os sequestradores e alguns amigos deles que a podiam usar de graça. No início os sequestradores não tinham planejado, pensavam em ficar com a moça só por um ou uns poucos dias, dependendo do tamanho do divertimento. Quando, porém, perceberam que deu para até lucrar com ela, resolveram a prostituí-la e ficar com ela.

Logo que tomaram essa decisão pediram a um homem o favor de testar a moça. Era um vizinho dela que a conhecia desde pequena e ele falou gentil com ela como se queria ajudá-la. Então ela abriu seu coração e contou que foi sequestrada e não queria ser prostituta e pediu para informar a família dela para resgatá-la. Tratou o homem com muita reverência no sexo para ganhar a ajuda dele, mas este foi diretamente contar tudo aos sequestradores. Estes obrigaram a puta para abrir suas pernas, seguraram-na e queimaram-lhe com um prego aquecido em uma chama um sinal paracido com um W na pele logo acima do grelinho. O sinal é em Cambódia um sinal conhecida para prostitutas. Falaram com a menina que seria queimada ainda muito mais se outra vez falasse com alguém que fosse obrigada a ser prostituta. Ela devia falar sempre que gostasse de ser prostituta.

Seis semanas depois um rapaz frequentou a moça, que era antes colega de escola. Disse que ficou estranhado revê-la aqui. Contou que viu-a no facebook, mas não imaginava que seria realmente prostituta. Apesar do perigo ela contou que foi sequestrada e prostituída à força e pediu ajuda ao rapaz. O rapaz prometeu falar com os pais dela, mas quando ele contou primeiramente a uma amigo, este disse que seria muito melhor para o rapaz falar com os sequestradores. Seria costume que donos de prostitutas agradecem sempre generosamente a tais pessoas e eles recebem dinheiro ou o direito de fazer por algumas horas com a puta o que quiserem.

Quando o rapaz ouviu isso gostaria muito de ganhar esse galardão, mas teve medo de falar com os sequestradores. Por isso o amigo foi junto, e os dois foram falar com os patifes. Estes chamaram a moça e ela sucumbiu logo, confessando chorando o crime. Primeiramente foi entregue por uma noite ao rapaz e por uma hora ao amigo e ajudante dele, sem limites. Os rapazes aproveitaram o ensejo raro bastante. Mas o pior foi a punição depois.

Furaram-lhe com uma sovela aquecida em uma chama os mamilos e o grelinho e anelaram a moça com três aneis pesados. Depois de cada perfuração foi estuprada por vários homens, que roçaram com força na ferida para submeter a puta de vez. Depois de colocar os aneis nela os seviciadores amarraram a menina indefesa com as pernas abertas. Assim foi estuprada por inúmeros homens. Muitos recebiam a notícia da punição e queriam transar com a menina desse jeito, pagando a taxa que foi cobrada. No primeiro dia mais de 70 homens estupraram-na sem dó, excitados pela violência truculenta.


Depois de uma semana a moça foi quebrantada e prostrada e os sequestradores desamarraram-na. Continuou servindo em submissão, mas um dia de novo um rapaz da turma dela apareceu. Novamente perguntou a ela, e mostrou tanta bondade e empatia que ela mais uma vez arriscou tudo e pediu ajuda ao rapaz. E embora que ele soubesse das vantagens se tivesse contado tudo aos sequestradores, ele foi falar com o pai da menina. E ainda aconteceu um segundo milagre: Muitos pais cambodianos em situação semelhante sentiriam muita vergonha de uma filha assim e não queriam-na de volta em casa. Iriam falar com os sequestradores, mas fechariam um contrato que deixaria os malandros na posse da moça, mas garantiria ao pai uma participação no lucro.

Filhas não valem muito na Cambódia, e uma filha que foi prostituída fica encalhada em casa, sem muitas chances de se casar, um estigma para a família, sem utilidade nenhuma. Por isso muitos pais nesta situação tivessem fechado um contrato em vez de chamar a polícia, que de qualquer forma não ajudaria muito.

Mas essa menina teve duas vezes sorte. Não somente seu colega menteve a palavra, também o pai fez certo e chamou a polícia e a filha foi liberada. E a menina teve uma terceira vez sorte, quando viu que a juíza do caso foi uma mulher. A maioria dos sequestros não é punido. Sobretudo se duzenas de homens testemunham que a menina abriu voluntariamente as pernas e agiu em tudo como uma prostituta. Mas a juíza sabia das feridas no corpo da menina e não foi convencida tão facilmente. Por isso os homens temiam até uma punição maior como alguns meses prisão, e espalharam o boato que também os clientes seriam acusados por estupro. Por isso muitos ajudaram ou pediram a amigos por ajuda e mais de sessenta homens foram para a polícia testemunhando que eles já conheceriam a moça bem antes como prostituta e puta e já teriam transado com ela inclusive oral, anal e de tudo. Assim deixaram a impressão de que se tratasse de uma puta toda safada e sem pudor.

Desse jeito também a juíza não podia fazer nada. Mostrou coragem em apesar de todos os testemunhos contra a moça pressionar os sequestradores, e assim eles fecharam um acordo com o pai dela pagando R$ 2 mil como indenização. R$ 2 mil é muito dinheiro para uma família pobre. Mas os calhordas pagaram a soma sorrindo, porque ganharam nas dez semanas em que a moça ficou em seu poder, mais de R$ 10 mil com ela.

Mais informações: https://en.wikipedia.org/wiki/Rape_statistics#Cambodia

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Muitas meninas cambojanas são tão meigas e boazinhas que não se defendem se são estupradas e também não denunciam os malfeitores na polícia. Muitas são cordatas e cooperam com os estupradores, abrem as pernas e a bucetinha e chupam com fervor para mostrar sua submissão, semelhante a muitas meninas evangélicas boazinhas em outros países.

  

Muitas vezes os estupros são acompanhados com atos perversos e humilhantes.

Fran Santos, a menina que ofereceu o cuzinho com o sinal de ok “Quer meu cuzinho, quer?”




Fran Santos (Francyelle dos Santos Pires), a jovem gostosa de Goiânia (Goias) de quem o ex-namorado publicou um video de pornô no internet, não quer ser considerada uma  puta e se esconde. Fran Santos, ou Francielle dos Santos Pires, da Goiania, virou famosa por seu vídeo bem puta publicado supostamente por seu namorado, e pela dedicação que a jovem gostosa mostra no chupar, e por frases como “Quero tudo na minha boquinha” ou “Não sou uma vadia, uma prostituta”. Sendo ela tão deliciosa já recebeu inúmeras ofertas, entre elas um fã entusiasta que queria pagar R$ 10 mil para sair com a loira safadinha e bonita. Infelizmente muitos hipocritas falam assim como ela tivesse feito um mal. Por isso ela até saiu do seu trabalho.
Uma pena que as pessoas não são sinceras e elogiam a moça por ser uma verdadeira puta na cama, segundo a dica: Seja dama na rua e puta na cama. Fran, vc é um bom exemplo para outras meninas, não fez nada errada. Seja orgulhosa que vc recebeu uma oferta de 10 mil, uma soma absurda de que outras meninas só sonham. Vc é gostosa e sua boca promete. Continua assim.Fran, vc não precisa ter vergonha, você fez o bem para o seu ex-namorado. Não deixa-se entimidar, quando alguém te aborda. Responde sorrindo, com autoconfiança, que não se arrepende. Não pode ser que em nosso mundo um político que rouba e merece ser morto porque rouba o dinheiro dos pobres responde sorrindo aos jornalistas enquanto uma menina que chupa e transa tem que se esconder. Não é vergonha ser puta, muito mais se é bem puta para seu namorado ou esposo. Você fez uma coisa boa e certa, não deixa-se convencer do contrário, cada menina boa teria feito o mesmo. Saia, assume e aproveita sua nova fama para posar no playboy ou namorar.

Fran Santos, “a menina do gesto”, já era tem a face de uma anjo, mas não somente na cama mostra as qualidades de puta safada. Três anos ela transou com um homem que é casado e tem três filhos. Nesse meio tempo ela engravidou e deu à luz uma menina de hoje 2 anos. Infelizmente Fran não se lembra, quem é o pai da menina.

A chupadora brasileira ganhou fama internacional. Na Rússia tem agora uma casa de “apoio” a prostitutas novinhas com o nome da chupadora famosa Fran Santos do Brasil.  Casa “Fran Santos” , em russo дом Фран Сантос, fica anunciado nessa placa, junto com um escritório de um arquiteto. Dono da casa é a máfia russa, e nela prostitutas e putas no poder da máfia recebem cursos de educação, treinamento e aperfeiçoamento.  Parabéns, Fran, temos orgulho de vc.

Enquete:

63% dos homens aceitariam numa boa, se Fran Santos oferecesse o cuzinho para eles assim como ela faz no vídeo famoso.Nova enquete revela também, que 70% dos homens de Goiânia já viram a moça nua, principalmente nesse vídeo famoso.
81% dos homens aceitariam serem chupados pela moça dedicada. 23% falaram que até pagariam pelo serviço.
31% acham a buceta musguenta da menina gostosa, assim como ela é, 42% preferem-na depilada e 18% depilada parcialmente. 
2% falaram que conhecem a moça pessoalmente

Um fã escreveu: “O quem tem demais nisso, que homem não quer uma mulher assim, totalmente safada e que ainda pede pra gozar na cara, que libera o cuzinho e ainda e muito gatinha? E tá na hora da mulherada parar com esse puritanismo de merda e se soltarem mais, garanto que com uma mulher assim, homem não vai procurar outra de jeito nenhum!”
Henrique, outro fã, detalha: mó gata essa safada!!
fica triste não.. eu te perdoo, vem comigo! vai vendo!!
e buça peluda não tem problema, é só tá cheirosinha q tá valendo!!
mulé q mete ass

Entra na omunidade Fran Santos no google: https://plus.google.com/u/0/communities/113122646919623307868

Vídeos: Veja Fran Santos chupar, masturbar, gemer e cantar que (não) é prostituta, em dueto com McUbuzinho:

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O vídeo original se encontra nesse site: http://www.mallandrinhas.net/2013/10/fran-de-goiania-mina-do-gesto-que-virou.html

(Veja os videos de Fran tb em baixo)
Piadas que pessoas más contam: Qual é a diferença entre uma boneca e Fran Santos? – A boneca não chupa, se você enfia nela.


Qual é a diferença entre Fran Santos e uma puta de rua?


A puta não ri quando enfiam nela.



Qual é a diferença entre uma cadela e Fran Santos?

A cadela não geme, chupa e goza se você a estupra.

Qual é a diferença entre um bicha e Fran Santos?

O bicha nem sempre oferece o cuzinho se vc está sozinho com ele.



Fãs fazem homenagem a Fran na frente do seu trabalho, a loja Flamboyant de Goiánia, onde a gostosa é vendedora.

Em baixo: Vídeos: Fran Santos diz em entrevista que ela não é  a prostituta.    

Vídeo com música de Fran Santos Chupadora e McUbuzinho: “…sou puta, quer meu cuzinho, quer?” :  http://www.pornhub.com/embed/960626021  (clique o link para assistir)



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55 % das meninas estragam o caráter depois de se tornarem prostitutas



Meninas se entregam por motivos bons e justos à prostituição. A principal razão é que a menina quer ou se vê obrigada a ajudar à família, parentes, amigos ou ao namorado ou esposo que arcam com custos extraordinários por doenças, dívidas, morte, imprisionamento ou outros revezes. Outra razão são dívidas próprias. Outra razão é obediência a homens, que as mandam prostituir-se, seja para serem exploradas indevidamente, seja para fazerem-nas contribuírem a projetos como ajuntar dinheiro para construção de casa o abertura de uma pequena empresa. Outra razão é que querem melhorar a vida de filhos, irmãos ou sobrinhos, pagando plano de saúde ou escola para eles. Só umas 15% das meninas entram na prostituição por apego ao luxo, pela vontade de aparecerem mais do que outras pessoas, por apetite sexual exagerado e safadeza, ou por outras razões vis.
As meninas, então, não têm mau caráter, mas são como todas as outras meninas. Têm marginais, criminosas, rebeldes, birrentas e outras mal-intencionadas entre elas como em outras profissões, mas a maioria são meninas de boa vontade.

Mas o problema é, que 55% das meninas perdem essa disposição com o tempo e se deixam influenciar para o mal, seja por clientes, colegas e cafetões maus, seja por enjoarem com a situação e pensando em alternativas por caminhos errados, seja por serem maltratadas e não conseguirem sempre responder ao mal com amor, bondade e meiguice, seja pelo desprezo da sociedade que as trata com desdém, deixa sem atendimento religioso, não fornece a elas uma ética profissional e generaliza que toda prostituta é má.
Assim as meninas são empurradas para o mal, e por essa razão mais da metade delas, 55%, estragam o caráter com o tempo e viram pessoas más que pensam só em si, não trabalham com ética, dedicação e amor, e enganam seus clientes e superiores, se tiverem uma oportunidade.

Claro que elas não são as únicas. Por exemplo, até dos médicos, que começam com ideais e ética muito altos, quase 10% estragam o caráter durante a carreira e participam em coisas do mal. Nos advogados o número chega a 25%, nos pastores até para 28%. O pior desempenho é de uma profissão que certamente não deixou esperar outro resultado: os políticos. Cerca de 35% dos políticos não são criminosos antes de virarem políticos profissionais, mas querem fazer o bem. Desses 35% mais de 90% estragam o caráter durante sua vida de políticos e se ajuntam no pensar e fazer à maioria dos colegas maldosos deles. Uma situação igualmente penosa se encontra entre juízes e outros funcionários públicos ricos e poderosos.
Mas isso não deve servir como pretexto para as meninas. O que pode ser feito para melhorar o caráter das meninas?
O movimento “Piranhas para Jesus” acentua três pontos importantes para acabar com esse desvio de prostitutas para o lado mau e criminoso.
Em primeiro lugar a sociedade deve deixar de menosprezar as prostitutas. Hoje em dia uma pessoa séria como um pastor, padre, médico ou trabalhador sente orgulho de aparecer publicamente ao lado de políticos ou traficante, mas não quer ficar perto de prostitutas. Isso é uma inversão de valores. Essas meninas boas sofrem preconceitos e desdém, e pessoas, que roubam milhões e são direta ou indiretamente responsáveis pela morte ou miséria de pessoas, são reverenciadas. A sociedade deve reconhecer que putas são na maioria meninas e mulheres boas, que fazem mal a ninguém. Deve tratá-las como qualquer outra mulher. Assim como outras pessoas ela precisa de amigos bondosos e de caráter firme e bom, para se fortalecer com o exemplo deles, Se ela é sempre só circundada de cafetões e marginais, ela vai ser contagiada pelo mal.
Em segundo lugar as prostitutas precisam de ética profissional e educação. Nisso consta a importância de cafetões, além de associações de prostitutas, que elaboram uma ética, ensinam e educam as meninas. Muitas vezes um cafetão, que bate em uma prostituta mesmo merecidamente, é perseguido pela polícia que alega que a prostituta não pode ser disciplinada mesmo fazendo coisas erradas. Mas qualquer ser humano fica mais fácil no caminho se é vigiado. Um policial, por exemplo, sabe que corre risco de ser punido, se ele aceita suborno, bate sem razão, rouba ou estupra. Se o governo falasse, que os policiais poderiam fazer o que quiserem, como acontece em alguns países da África, eles se comportariam muito pior, e com o tempo a maioria deles praticaria o mal. Pelo bem deles eles são vigiados. Se fazem o mal, devem ser punidos. Se possível, não devem perder o emprego, porque assim a família deles perde a base financeira e passa necessidades. Assim também uma prostituta que comete um mal, não deve ser demitida, mas exemplada através de castigos, que doem tanto, que levam a um arrependimento sincero.

Em terceiro lugar as prostitutas devem ter livre acesso a igrejas e outras religiões, sem discriminação. Se já médicos, marceneiros e empregadas precisam da igreja para serem sempre lembrados de trabalharem sinceramente, de estudarem a palavra de Deus, de orar, de amar e de fazer boas obras, tanto mais uma puta. Não seria uma solução boa proibirem às igrejas de excluir as putas, porque uma igreja é uma associação e deve ser livre em suas decisões, mas se deve apelar a elas para elas mudarem o esquema de discriminação de putas e abrirem as suas portas para elas. Através da religião as putas viram mais meigas, aceitam seu destino e começam a entender, que servir aos outros não é uma humilhação, mas um ideal religioso e um privilégio
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