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26 homens turcos estupraram uma menina de 12 anos. A justiça decidiu que a culpa foi da adolescente

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zb-147Necla teve 12 anos quando aceitou um trabalho de faxina no escritório do presidente do distrito Kiziltepe no sudeste da Turquia. Mas em vez disso ela foi estuprada. Como se descobriu depois as duas mulheres, que aliciaram Necla para tal trabalho de faxina, foram alcoviteiras. Depois do estupro elas e o homem ameaçaram que iriam contar a todos que ela foi deflorada, se ela denunciasse o estupro. No interior da Turquia menina deflorada é uma vergonha tão grande para a família que muitas vezes acabam por matá-la.

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zb-166Depois desse dia e dessa ameaça não teve escape. Teve que abrir as pernas e a boca para diversos homens, muitos deles de destaque como dois oficiais do exército e um diretor de uma escola. Finalmente foi mandada para uma casa de meninas pela secretaria de juventude, por causa de sua vida “dissoluta”, mas os homens a acharam e levaram-na para estuprá-la mais vezes. Ameaçaram até que iriam pegar e estuprar a irmã pequena dela se ela tivesse rebelde e não cooperaria em tudo.

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Mas o processo virou um escândalo. Os advogados da menina foram hostilizados e ameaçados e nem apareciam no processo. O juiz exigiu para a menina mostrar diante de todos as posições em que foi estuprada.  Com muita vergonha a adolescente mostrou como ela foi violada, mas não cumpriu satisfatoriamente a exigência. Por isso o juiz contestou a sua apresentação.

Depois de sete meses de estupros Necla criou coragem e fez depoimento na polícia. A Turquia é um país muçulmano, mas ainda não tem a xaria. Há um século ela tem uma constituição secular, obra do grande presidente Atatürk. Por isso, pela lei, uma mulher pode fazer um depoimento sem precisar de testemunhas masculinas.

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O processo demorou 7 anos, e todos os réus ficavam em liberdade e aproveitaram para ameaçar a menina e influênciar testemunhas. E no final o juiz declarou que a menina evidentemente não foi ameaçada nem obrigada, mas se teria prostituída e levada uma vida bem dissoluta.

Mesmo assim os réus deveriam ser condenados a pelo menos cinco anos por terem sexo com uma menor, mas recebiam penas menores.

Men smoking sheesha (water pipe) in a cafe in the Arab Souk in the Old City, Jerusalem, Israel.

zd-113Muitos homen turcos tratam garotas como seres humanos de segunda classe. Por isso não se importam com os direitos e o bem-estar delas.    


Cantora evangélica encheu um copo com sua seiva

Rapazes maldosos, na maioria muçulmanos, capturaram uma moça evangélica, cantora de louvor em sua igreja, na cidade New Delhi, na Índia. Quando a moça saiu da igreja na noite, um rapaz de carro abordou-a pedindo informações. Quando ela se aproximou do carro um rapaz pegou-a e forçou-a por dentro do carro. Dois homens de bicicleta, que passaram o local na hora, não fizeram nada.

A moça foi levada para uma casa e estuprada por quatro dias sem parar por mais de cinquenta homens. Depois falaram com ela que só seria liberada depois de encher um copo com sua seiva oriunda da bucetinha quando extasiada. Ela teve que masturbar-se na frente dos rapazes até molhar tanto que o líquido saía da vagina e podia ser capturado em um copo. Depois de seis horas conseguiu encher um quarto do copo, e para ela não relaxar os rapazes e homens estipularam que ela deveria encher o copo em 24 horas.

Embora que a vagina começou a doer com a masturbação forçada a menina tentou de tudo e conseguiu encher o copo. Os rapazes, no entanto, recusaram-se de soltar a moça, alegando que o copo não foi enchido até a beira. Mas eles publicaram os vídeos e fotos mostrando a moça se masturbando com força na internet e convidaram amigos para conhecer a moça. Os amigos convidaram outros, e assim aos poucos mais de 200 pessoas fizeram fila para estuprarem a moça.
Finalmente, através das imagens na internet, a família conseguiu localizar a moça e acionar a polícia. Depois de um martírio de 18 dias com mais de 2 mil estupros ela foi liberada.
 

Ninguém foi preso porque o juiz local analisou os vídeos e concluiu que a moça era naturalmente safada e por isso os rapazes não podem ser julgados por terem estuprado uma moça dessa laia.

 

 
wa 120aDevidamente tratadas bucetas de meninas evangélicas ou mulheres jovens evangélicas e outras moças boas produzem até um litro de líquido seivoso por dia.
 

 

Novos estupros de grupos na Índia acabam com a morte da jovem.

Adolescente indiana foi estuprada duas vezes por grupos e no dia de Natal assassinada 
AFP – Agence France-Presse Publicação: 02/01/2014 12:10 Atualização: 02/01/2014 12:48


Amina era uma adolescente indiana de 16 anos, que já com 13 e 14 anos foi tão bonita, que tornou-se um sonho para muitos vizinhos e outros homens. No dia 26 de outubro uns oito homens se ajuntaram e pegaram a jovem perto da casa de sua família na cidade de Madhyagram, 25 km ao norte de Calcutá. Levaram-na para dentro de uma casa e a estupraram por horas. Depois a ameaçaram para não fazer ocorrência. Mas na outra manhã, depois de ser liberada depois de ser estuprada a noite toda mais de vinte vezes, ela foi para a polícia. A polícia não foi muito cooperativa, e a moça teve que esperar por muitas horas e voltou somente à tarde. Nesse momento os estupradores chegaram a saber, que a jovem tinha feito ocorrência e eles a esperavam na rua e falaram que admoestaram-na para não fazer ocorrência. De castigo e para pressioná-la eles levaram-na de novo para a casa e estupraram-na de novo a noite toda até ela prometeu, que iria retirar a ocorrência. Depois foi liberada. Mas ela não retirou a queixa. Os homens foram várias vezes para a sua casa perguntando se ela já retirou a queixa, mas ela não respondeu, nem abriu a porta. No dia de Natal, quando os pais da moça estavam por fora da casa, os homens irromperam a casa e pegaram a jovem. Quando ela confessou, que não retirou a queixa, colocaram gasolina nela e queimaram a menina viva, sem dó. Ela, porém, não era morta, quando foi resgatada e prestou depoimento diante de um oficial de justiça e afirmou que duas pessoas ligadas aos acusados atearam fogo nela quando estava sozinha em casa”, informou o policial Nimbala Santosh Uttamrao à AFP. Uma semana depois ela morreu por causa dos ferimentos graves. A polícia realizou as duas primeiras prisões na quarta-feira, dois meses depois do primeiro crime, afirmou, por sua vez, o chefe de polícia Rajiv Kumar. “Os acusados tentaram matar minha filha ateando fogo nela pa
ra silenciá-la sobre os crimes”, declarou o pai da vítima, um taxista.  

 
A maioria das meninas e mulheres inadianas gostam de sexo e têm grelinhos bonitos e bonitos. Mas a grande maioria não gosta dos estupros, mas mesmo assim resignaram-se com o fato de serem estupradas com facilidade. Mas o que choca é a violência de alguns estupradores, que não somente põem em risco a vida da moça, prejudicando a ela e a sua família, mas também prejudicam seus próprios colegas, porque uma moça morta não pode ser estuprada por outros pretendentes. Por isso também muitos homens indianos se revoltavam contra os assassinos,


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