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Maioria dos homens turcos é a favor da violência contra mulheres

MaridoTurco62% dos turcos são a favor de violência na educação e disciplinamento de esposas. Segundo a tradição muçulmana o homem é a cabeça da família e tem o direito e o dever de educar e castigar esposas, filhas e, na ausência de outra pessoa, também outras parentes. Uma pesquisa da Universidade Kirikkale e da ONG “Criança feliz” em 3500 homens turcos teve como resultado, que os homens consideram tal violência como normal, justa, adequada e prático.

28% acham que violência deve ser aplicada sempre para manter a disciplina e autoridade. 34% acham que deveria só aplicar castigos corporais de vez em quando, quando a esposa apronta algo que faz jus a tal proceder.

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MaridoTurco-003Uma razão frequente é a honra manchada da família. Se uma mulher é acusada, seja com razão ou não, de ser mexeriqueira ou preguiçosa ou de ter falado mal de tal vizinho ou político, o homem responsável, que é normalmente o marido, prefere castigar a mulher assim que todo mundo saiba. Assim se vê que ele se distancia de tal comportamento e a honra da família é restituida.

Imaginem agora: se 62% dos homens são a favor de castigos corporais para esposas, ainda mais devem ser a favor de tais castigos para empregadas domésticas, servas e escravas. E assim se explica a naturalidade com que cafetões turcos castigam as suas garotas.

MaridoTurco-002Cafetões pertencem quase sempre a essa faixa de 62% dos homens que estão a favor da violência, e na grande maioria pertencem também a esses 28% que acham que a violência deve ser aplicada constantemente para ter melhores resultados na educação.

Além disso sabemos que até no Brasil muitos homens são a favor da violência e até da tortura na educação de prostitutas, como já foi revelado na última década por pesquisas no Orkut em que muitos disseram que a violência na educação de prostitutas seria justa ou até desejável.

MaridoTurco-002Estima-se baseado nesses fatos e pesquisas menores que 88% dos homens turcos são a favor da violência contra prostitutas. 48% acham que a violência deve ser aplicada só para educar as prostitutas e melhorar seu desempenho e o lucro. 40% acham que elas devem sempre ser castigadas corporalmente, mesmo se elas se comportarem bem, para manter a disciplina e garantir a autoridade dos cafetões e outros superiores e fixar a submissão absoluta na cabeça das garotas.

Até mulheres muçulmanas respondem em pesquisas maioritariamente que violência na educação de prostitutas seria legítima ou necessária.

MaridoTurco-003Turcos dominam uma grande parte dos prostíbulos na Europa, traficam e exploram centenas de milhares de garotas e mulheres. Em países como Alemanha ou Holanda eles têm seus próprios puteiros. Para fora nada indica que se trata de um puteiro, mas parece uma casa de chá ou de outra finalidade. Por isso a polícia não controla esses estabelecimentos. Mas os turcos sabem que por dentro se encontram meninas belas e submissas para fazer o que os clientes desejam. Normalmente não são turcas nem muçulmanas em geral, mas garotas compradas de outros países, que são brutalmente privadas de todos os direitos e mantidas pior do que animais.

40% dos turcos que frequentam tais puteiros como clientes disseram que já bateram em uma prostituta.

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A esposa muçulmana é pouco mais do que uma escrava sexual. Sobretudo as garotas novinhas, quando casarem com homens mais velhas, viram praticamente escravas.

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O marido castiga as mulheres em sua casa assim como ele quiser.

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Prostitutas, naturalmente, são consideradas um tipo de gado, que se vende e compra e trata como quiser.MaridoTurco-013MaridoTurco-014MaridoTurco-015

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MaridoTurco-001Os entrevistados não veem problema em uma garota ser obrigada a chupar mais de cem homens de vez e ser estuprada por todos, para ela se transformar em uma prostituta submissa e gostosa.

 

Outra enquete:

Como seria a minha vida se eu fosse a sua prostituta e vc meu dono? Imagina que alguém tem dividas com vc, e ele não consegue pagar. Já que ele possui uma bela mulata, igual eu, que trabalha para ele como prostituta, ele te entrega a puta como pagamento. Como vc me aproveitaria a posse de mim ou de uma outra mulata ou negra gostosa?

A maneira como eles respondem mostra a crueldade das pessoas para com as prostitutas e putas. A maioria seria disposta a usar violência, crueldade e humilhação para explorar a puta ao máximo e garantir um bom lucro:

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Também essa enquete mostra que para muitos putas são como objetos ou animais. Vale explorar e humilhá-las ao máximo: Qual tipo de roupa eu teria que vestir se eu fosse sua puta e trabalhasse na Guaicurus? Imagina que eu fosse uma prostituta na Guaicurus e vc meu cafetão, dono ou marido. Qual roupa eu teria que vestir no trabalho?

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Alunas e estudantes de escolas e faculdades que se prostituem, têm que dar de graça para seus colegas

Alunas e estudantes de escolas e faculdades que se prostituem, têm que dar de graça para seus colegas

Estima-se que no mundo existem 40 milhões de alunas de escolas e mais 12 milhões de faculdades que se prostituem ou já se prostituíram. Entre 40 e 50% delas são obrigadas para darem de graça aos colegas de escola porque eles acham que uma prostituta não precisa ser respeitada e pode ser usada à vontade.

Muitas adolescentes e jovens, que estudam em escolas ou faculdades, prostituem-se de vez em quando, algumas em uma situação especial, outras pelo tempo todo. Umas 15% são obrigadas por terceiros, que podem ser familiares, cafetões ou simplesmente outros estudantes. Mas a maioria se prostitui pela pobreza ou simplesmente para puder comprar um celular ou outra coisa, que colegas mais sortudos ganham de graça de seus pais ou de outros, ou alguns furtam esses produtos. Essa última parte de meninas é normalmente condenada abertamente. As meninas, que se prostituem por pobreza ou por força de terceiros, são condenadas também pela sociedade hipócrita, mas não publicamente, porque no fundo as pessoas sabem que elas não têm nenhuma culpa.


Já que as mas línguas sempre procuram a quem botar uma culpa, o alvo delas são as meninas que se prostituem para comprar celulares, roupas, lanches ou até material escolar. Mas julgando mais sobriamente: que mal tem nisso, se uma menina ganha seu celular com seu próprio trabalho em vez de pechinchar ou até extorquir os pais, como acontece muito, ou simplesmente furtar o produto angariado? Na verdade é o ideal uma pessoa aprender usar seus próprios dons para ganhar dinheiro. A menina, que se prostitui, deve servir como exemplo bom, em vez de ser diabolizada e colocada como exemplo mau.

Mas já que a realidade é uma outra, as meninas não têm respaldo na sociedade e muito menos nos professores e diretores das escolas e faculdades.

Os outros estudantes, em vez de terem as alunas prostitutas como exemplos bons, se sentem superior a elas e sabem que elas não acham respaldo em ajuda nos professores. Assim sentem se animados para maltratar, abusar e explorar tais meninas, porque eles sabem que as vítimas não procuram a ajuda dos professores, ou, se procurassem, não receberiam ajuda adequada e as punições para os infratores seriam muito leves.


Tudo isso contribui para que os outros estudantes acham que têm o direito de usarem de graça as meninas de sua turma, que se prostituem. Cometem estupros, e se a puta não tem um cafetão para protegê-la, vai ter que procurar um. Senão corre risco que alguns rapazes ou até também meninas de sua turma tomam a iniciativa e submetem a puta para se prostituir em favor deles.

Se antes talvez só se prostituía uma vez por semana para puder comprar alguma coisa, terá que se prostituir todos os dias entregando o dinheiro para outros. Assim elas passam a ser prostitutas forçadas. O único consolo é que agora sobem no conceito da sociedade que acha a prostituição por força menos “suja” do que a prostituição para comprar celulares ou roupas.

Mais de 7 milhões de alunas vivem na situação de serem prostituídas à força por terceiros. 30% por parentes como os pais, tios, primos e mais, 45% por cafetões profissionais e 35% pelos próprios estudantes. (Os números resultam a mais de 100% porque algumas meninas são exploradas por estudantes da turma da menina que são ao mesmo tempo já cafetões profissionais e possuem várias putas.)

88% dessas meninas putas já foram agredidas sexualmente na escola, e 63% já foram estupradas por outros alunos ou forçadas por eles para terem sexo. 23% de tais putas novinhas acaba não recebendo nenhuma parte da remuneração que os clientes pagam, e 35% recebem só 10% ou menos de seus “chefes”. São mundialmente mais de 2 milhões de meninas nesta situação.

Mesmo os 12% que nunca foram agredidas falam que costumam comprar a benevolência de seus colegas, dando presentes para eles ou para o menino mais forte da turma para ele proteja a puta novinha.


61% das meninas dizem que recebem de vez em quando uma surra por seus “chefes” ou colegas da turma, na maioria das vezes porque elas ganhavam menos do que esperado. Muitas recebem também surras quando são estupradas, mesmo se se submetem sem resistir, e outras dizem que recebem surras mesmo se ganham bem, simplesmente para melhorar a educação e submissão em geral e para fazê-las mais dóceis e humildes.


Apesar de todas as dificuldades 64% das putas que frequentam escolas conseguem sair da prostituição depois de terminar a escola, e 82% das putas de faculdades conseguem o mesmo objetivo. Tem muitos exemplos positívos e encorajadores de moças que bancaram os estudos com prostituição e viraram depois médicas, advogadas, professoras e outras pessoas bem conceituadas.


65% das alunas foi molestada, bolinada, encoxada ou abusada dentro da própria sala de aulas. Delas, 29% se defenderam com sucesso, 20% de defenderam mas depois pararam de resistir, 16% resistiram, mas foram superadas à força, 31% não se defenderam e 8% cooperaram ativamente para serem abusadas. 

59% das meninas já entraram em um banheiro masculino. 18% já foi abusada em um banheiro público de uma escola.

47% das alunas já pensaram em mostrar seus “dotes” ou fazer serviço sexual para melhorar as notas ou subir no conceito dos outros alunos.


Meninos são curiosos e gostam de descobrir as diferenças entre meninas e meninos. Também gostam de fazer experiências incentivados nas aulas de biologia, física e química.

Hoje em dia as alunas são alegres e atrevidas e não hesitam em mostrarem sua beleza e em usarem sexo para ganharem vantagens.

O conceito novo e libidinoso das meninas na escola consta também de outras pesquisas e enquetes. Infelizmente não foram guardadas as centenas de enquetes no orkut a respeito, que mostravam claramente, que rola muito sexo. Perguntados o que seria a coisa mais importante aprendida na escola poucos responderam com matemática, português ou outras matérias do currículo oficial das escolas. Em lugar disso entre as respostas mais frequentes foram: Transar, Beijar, Aprendi transformar meninas tímidas em boas putas, Aprendi que transar com o professor melhora as notas, Aprendi ganhar grana oferecendo minha boca, cuzinho ou xaninha, Aprendi que muitas meninas andam sem calcinha, Aprendi que muitas meninas gostam de serem xupadas com fervor, Aprendi que muitas meninas gostam de tapas na bunda nua, e alguns até escreveram: aprendi ganhar grana oferecendo meninas a outros.

Uma das últimas enquetes do orkut pôde ser guardada e está a disposição aqui:Qual foi a coisa mais importante na escola

Outras enquetes, às vezes com muito mais entrevistados, foram deletados quando o orkut acabou, entre eles:

Quais são as melhores coisas q vc aprendeu na escola?

http://www.orkut.com.br/Main#CommPoll?cmm=104551728&pid=1552006476&pct=1322397774

http://www.orkut.com.br/Main#CommPoll?cmm=105680945&pid=1505740940&pct=1322399349

O que é o mais importante que vc aprendeu na escola?

http://www.orkut.com.br/Main#CommPoll?cmm=104551728&pid=56557548&pct=1333365984

http://www.orkut.com.br/Main#CommPoll?cmm=105680945&pid=1451571900&pct=1333366921

Qual foi a coisa mais interessante q vc aprendeu na escola? (particulares)

http://www.orkut.com.br/Main#CommPoll?cmm=104551728&pid=1190093144&pct=1346916204

http://www.orkut.com.br/Main#CommPoll?cmm=105680945&pid=72063488&pct=1346921382

 

Pastor liderou rede de prostitutas evangélicas em Nice, França

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Na Nigéria é um fenômeno já bem conhecido que pessoas fundem igrejas para arranjarem mais fácil meninas novinhas para o mercado da prostituição. Agora ess e abuso até chegou para a França.
Nigéria é um país dividido entre muçulmanos e cristãos, e a milícia muçulmana Boko Haram está famigerada por sua truculência e o fato de caçarem meninas cristãs para a escravização, prostituição, estupros em massa e conversão forçada.
Mas não só eles mandam meninas cristãs novinhas para a prostituição, muito pelo contrário, Nigéria é o maior fornecedor de prostitutas da África. Somente na Itália trabalham mais de 10 mil cafetinas e cafetões nigerianos, muitos em parcerias com máfias italianas.
As meninas são recrutadas na Nigéria com uns 14 anos e começam uma odisseia de uns dois anos com estágios em puteiros na África até chegarem para o mercado europeio. Com 16 anos elas tem a idade ideal para entrarem na prostituição na Europa, equipadas com passaportes falsos que garantem uma idade de 18 ou 19 anos para poderem se prostituir legalmente.
Para garantir a submissão absoluta as meninas elas são antes de virarem prostitutas tratadas com enfeitiçamentos e macumba. Elas são instruídas que em casos de insubmissão a feitiçaria faria que um mal cairia sobre elas e sobre as suas famílias. Muitas vezes as meninas exploradas são tão desesperadas que nem se importassem com um mal que cairia sobre elas, mas elas querem poupar a família e por isso elas obedecem em tudo.
Muitas vezes o próprio pastor prepara as meninas adolescentes para a prostituição pedindo favores sexuais para ganhar mais adeptos ou outras vantagens. Por isso as meninas, que tais pastores falsos conseguem para a prostituição são muitas vezes aquelas que participam mais no trabalho da igreja e têm a maior aproximidade com ele, como cantoras de louvor, lideres das adolescentes ou ajudantes que se destacam em outras áreas.
Mas a máfia nigeriana entrou também no jogo da evangelização por conta própria, incentivando a membros e parentes abrirem igrejas evangélicas. Essas igrejas chamam-se evangélicas, embora que não tenham quase nada em comum com as igrejas evangélicas verdadeiras, mas por costume o povo chama de tudo, que não é católico, de evangélico, como no Brasil igrejas de esquina até a mistura esdrúxula da Igreja Universal.
Essas igrejas funcionam como igrejas normais, com departamentos femininos, masculinos, corais, louvor, missão e mais, mas além do rendimento pelos dízimos o pastor ganha com a venda de adolescentes escolhidas à máfia, depois do devido tratamento que garante a submissão eterna das futuras prostitutas.
As igrejas nigerianas funcionam na Itália, e entre elas também algumas que trabalham com a prostituição e negociam com a máfia. Também já tem filiais na França, Espanha e outros países, mas a polícia esta de alerta. Pela terceira vez um pastor na França foi flagrado e preso. Ele é da cidade Nice no sul da França e não se conforma em vender mas veio para a França para vigiar as meninas. Ele fungiu como cafetão delas. Ele ou a igreja dele possuia mais de 20 prostitutas. Enquanto os dízimos da pequena igreja dele rendem normalmente somente R$ 20 mil por mês, o pastor ganha com as prostitutas R$ 200 mil.
Pastor nigeriano controlando  prostitutas
O lado positivo foi que as prostitutas na igreja dele não foram discriminadas e podiam até particpar como cantoras de louvor ou vice-lider de oração, entre outras funcões. Mas como outros cafetões o pastor exigia um mininmo das suas putas e infligiu castigos por falhas.
 
Alguns fatos: Na Europa trabalham 80 mil prostitutas evangélicas nigerianas.
A grande maioria não recebe um centavo sequer, mas está trabalhando somente para pagar suas dívidas de 60 até 80 mil Euros, então uns R$ 250 mil.
Por ano Nigéria produz na média 100 mil novas prostitutas evangélicas, em 2014 foram quase 120 mil.
Por ano quase 2 mil meninas nigerianas são desfloradas por pastores, quase todos por pastores de igrejas particulares que não tem vínculo com igrejas internacionais e reconhecidas.
O mínimo para prostitutas nigerianas de rua na Europa é normalmente 8 clientes, para prostitutas nigerianas em puteiros 20 clientes.
80% das prostitutas evangélicas nigerianas na Europa apanham de suas cafetinas, cafetões e outros superiores.
45% das prostitutas evangélicas nigerianas apanham também de clientes.
5% dos clientes não pagam as prostitutas nigerianas, mas estupram-nas e muitas vezes roubam-lhes até o dinheiro, as bolsas, a calcinha e outros pertencentes.
Em vários lugares, sobretudo na Itália, existem bandos neonazistas e fascistas que caçam prostitutas nigerianas e dão uma surra nelas. Muitas são estupradas, algumas até mortas.
Das prostitutas evangélicas nigerianas que já trabalham 2 anos ou mais nas ruas na Europa, 76% relatam que já foram presas por clientes perversos e torturadas com queimaduras, eletrochoques, açoites ou outros “castigos”. Elas ficam em tais sequestros entre um e sessenta dias, mas é provável que existem meninas que nunca mais ganham a liberdade, e por isso não podem ser entrevistadas. Depois de serem liberadas as meninas voltam para os seus cafetões, porque não podem ir à polícia, já que seus documentos são falsos e geralmente prostitutas são discriminadas pela polícia.
79% das prostitutas evangélicas nigerianas na Europa foram forçadas para virarem prostitutas. 16% foram engodadas por falsas promessas e por igrejas que ensinam que a prostituição é um sacrifício que a menina faz para a igreja ou para outros. Só 5% viraram prostitutas voluntáriamente e chegaram depois para a Europa.
92% das prostitutas evangélicas nigerianas têm um sinal no corpo que determina-as como propriedade de alguém. Na metade delas é uma tatuagem, na outra metade sinal queimado na pele com ferrete em brasa ou outra ferramenta, e algumas poucas carregam um anel no clitóris ou outro lugar apropriado para putas.
95% das prostitutas evangélicas nigerianas já foram pelo menos uma vez na vida açoitadas.
86% das prostitutas evangélicas nigerianas já foram tratadas e castigadas com eletrochoques.
97% das prostitutas evangélicas nigerianas na Europa já foram tratadas ou castigadas com queimaduras, principalmente de cigarros.
56% das prostitutas evangélicas nigerianas na Europa já foram tratadas com cortes de faca.
77% das prostitutas evangélicas nigerianas na Europa sairam da escola para puderem ser prostitutas.
32% das meninas evangélicas nigerianas tem 14 anos quando começam com a prostituição, 27% são mais novas e 41% mais velhas. 
98% das prostitutas evangélicas nigerianas na Europa têm que transar com alguns homens de graça, entre eles o cafetão, amigos da cafetina e outros superiores e amigos, mas também policiais, membros da máfia e amigos dela.
Não esqueçamos que se trata de uma minoria dos pastores que se comporta assim: só 3% deles produzem em suas igrejas prostitutas, e mais 5% colaboram com a máfia para alcançar o mesmo fim.
Se a igreja coopera com a máfia, recebe por puta oriunda dela por volta de R$ 2 mil por ano, em que a menina trabalha como prostituta. Isso é pouco, já que as prostitutas evangélicas nigerianas na Europa ganham no mínimo 200 mil por ano. Mas tem pastores bons de conversa que já mandaram mais de cem meninas para a prostituição. Os outros pastores condenam essas práticas, e alguns até ajudam a prostitutas mal-tratadas e forçadas.
 
Os sonhos das prostitutas evangélicas nigerianas na Europa são: 25% queriam um dia acabar com as dívidas e trabalhar mais um ou dois anos como puta para ganhar um dinheirinho e voltar para a Nígéria. 10% querem, apesar de tudo, ser prostituta por muitos anos. 35% queriam voltar para a Nigéria quanto antes, mesmo sem dinheiro, 5% querem virar um dia cafetina e explorar também prostitutas nigerianas, 15% sonham em casar na Europa com um cliente bom ou outro homem, 2% querem trabalhar na igreja e 3% queriam um outro trabalho na Europa, embora que difícil para arranjar.
Rapazes levam uma menina para um puteiro

Fontes: http://www.spiegel.de/panorama/gesellschaft/nizza-pastor-aus-nigeria-soll-prostituiertenring-gefuehrt-haben-a-1030590.html

 

Clica no livro e saiba mais sobre as meninas escravizadas da Nigéria
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Cantora evangélica encheu um copo com sua seiva

Rapazes maldosos, na maioria muçulmanos, capturaram uma moça evangélica, cantora de louvor em sua igreja, na cidade New Delhi, na Índia. Quando a moça saiu da igreja na noite, um rapaz de carro abordou-a pedindo informações. Quando ela se aproximou do carro um rapaz pegou-a e forçou-a por dentro do carro. Dois homens de bicicleta, que passaram o local na hora, não fizeram nada.

A moça foi levada para uma casa e estuprada por quatro dias sem parar por mais de cinquenta homens. Depois falaram com ela que só seria liberada depois de encher um copo com sua seiva oriunda da bucetinha quando extasiada. Ela teve que masturbar-se na frente dos rapazes até molhar tanto que o líquido saía da vagina e podia ser capturado em um copo. Depois de seis horas conseguiu encher um quarto do copo, e para ela não relaxar os rapazes e homens estipularam que ela deveria encher o copo em 24 horas.

Embora que a vagina começou a doer com a masturbação forçada a menina tentou de tudo e conseguiu encher o copo. Os rapazes, no entanto, recusaram-se de soltar a moça, alegando que o copo não foi enchido até a beira. Mas eles publicaram os vídeos e fotos mostrando a moça se masturbando com força na internet e convidaram amigos para conhecer a moça. Os amigos convidaram outros, e assim aos poucos mais de 200 pessoas fizeram fila para estuprarem a moça.
Finalmente, através das imagens na internet, a família conseguiu localizar a moça e acionar a polícia. Depois de um martírio de 18 dias com mais de 2 mil estupros ela foi liberada.
 

Ninguém foi preso porque o juiz local analisou os vídeos e concluiu que a moça era naturalmente safada e por isso os rapazes não podem ser julgados por terem estuprado uma moça dessa laia.

 

 
wa 120aDevidamente tratadas bucetas de meninas evangélicas ou mulheres jovens evangélicas e outras moças boas produzem até um litro de líquido seivoso por dia.
 

 

Milhares de empregadas filipinas e de outros países abusadas como putas gratuitas

Um milhão de meninas filipinas trabalham em outros países como empregadas, sofrendo abusos, estupros e violência. Para o azar deles as pessoas nos países ricos da Europa não têm o costume de contratar empregadas, mas eles mesmos resolvem tudo em casa. Restam para as meninas pobres das Filipinas e certos outros países os países árabes.

Enriquecidos pelo petróleo os homens muçulmanos, já educados como machistas e com grande desdém de mulheres pelo Islã, viram cada vez mais soberbos e arrogantes e tratam os empregados como escravos. Recentemente jornais publicaram como nesses países os operários estrangeiros, que até constroem estádios de futebol, são maltratados. Quanto pior é a situação de uma menina novinha, que chega a uma casa com pai, filhos e mais homens, que todos acham, que uma empregada é uma escrava sem direitos, e acham a coisa mais normal usá-la também sexualmente.
Alguns países árabes nem têm no código da justiça a possibilidade que um estrangeiro pode fazer uma queixa. Por isso é impossível para uma filipina pedir ajuda à justiça. Pelo direito muçulmana ela precisa também de duas, ou em alguns países, quatro testemunhas masculinas e muçulmanos para provar um estupro. Isso ela nunca consegue, já que uma testemunha, que se atreveria falar ao seu favor, seria considerada como traidor pelos muçulmanos.


Mas ela pode ser castigada, porque depois de terminar o processo contra os patrões por falta de testemunhas ela é acusada em processo separado de fornicação fora do 
casamento. Não precisam de testemunhas, porque usa-se o depoimento da moça em que ela mesma disse que teve relações com o patrão ou com os filhos dele. Por isso será julgada sem problemas e recebe por volta de cem chibatadas em praça pública, um grande divertimento para a população.


Mas na maioria dos casos nem chega a esse ponto, porque uma empregada fica trancada em casa, e o patrão confisca o passaporte dela.


85% das empregadas filipinas sofrem abusos de alguma forma, 67% são estupradas. 56% tem que transar regularmente com seu patrão ou os filhos, 34% ficam à disposição sexual permanente a vários homens da casa do patrão, como pai, avó, tios, irmãos, filhos, motorista e outros empregados e parentes.



10% nem têm uma cama própria porque dormem sempre com alguém, ou, enroladas em se mesmas, ao pé da cama do patrão ou de um filho ou outro parente.

43% não recebem o salário combinado, embora que ele é muito baixo para um árabe. Mas os patrões usam alguma falha das meninas para cobrarem indenizações ou multas delas, e na dúvida inventam uma falha para poderem prejudicar e explorar as novinhas pobrecitas e indefesas.

76% das meninas reclamam que têm que trabalhar em roupa muito curta, sobretudo as minissaias. 39% reclamam que não recebem calcinhas, e 15% relatam que já tiveram que trabalhar completamente nuas.



Pretextos dos patrões para exigir a nudez de uma empregada no trabalho são muitas vezes punições por falhas verdadeiras ou inventadas. Acontece também que o patrão descobre uma mancha na roupa e exige que ela seja lavada na hora, embora que não exista outra roupa para trocar, e assim a menina é obrigada a trabalhar nua até a roupa ficar pronta.


Alguns patrões exigem a nudez da menina, se ela faz trabalhos mais sujos como limpar um galpão encharcado ou um quintal desleixado. Eles exigem a nudez da menina para a roupa boa dela não estragar.


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81% das meninas levam tapas ou beliscões, também das patroas e filhas da casa. 48% das meninas já receberam uma surra, 23% já levaram chibatadas e 14% já foram açoitadas com açoite ou cinto. Nesse sentido estão ainda em vantagem em relação às negras africanas, que muitas vezes são compradas como verdadeiras escravas. Mas mesmo se são contratadas igual às filipinas, são tratadas com mais violência bruta. 85% das africanas já levou uma surra, e 34% delas já foram açoitadas.


54% das filipinas reclamam também da comida que recebem, que é muitas vezes insuficiente, e elas passam fome, mesmo vivendo em uma casa de gente rica.


19% das filipinas engravidam durante o serviço. Geralmente elas servem por um ou dois anos como empregadas, depois tem que voltar para as filipinas para renovarem o visto.


Das que engravidam 45% são animadas ou forçadas para fazerem aborto. 21% dão à luz depois do fim do contrato, de volta nas filipinas, 23% são mandadas embora, assim que a gravidez se manifesta, e 7% dão à luz na casa de seus patrões. Geralmente o bebê fica com os patrões, 
ww-025porque eles se consideram donos dele, embora que ele não cresça como filho, mas mais como escravo na casa deles. Quando a mãe depois de um ano volta para as filipinas, tem que deixar seu bebê.


Também aqui a situação das negras africanas é diferente, porque elas são tratadas como escravas que permanecem na casa. 88% delas engravidam na casa de seus patrões, e delas 91% dão â luz na casa do patrão. Se nasce uma menina, uma mulatinha, ela é vendida com 9 ou 10 anos e vira escrava sexual de quem a compra.


Ficar a disposição sexual do patrão, filhos e talvez também amigos ou outros parentes é uma tarefa considerada normal para as empregadas filipinas em países muçulmanas

Quem não gostaria de ter uma empregada assim na sua casa à disposição, sobretudo se ela não tiver direitos e depende só do patrão, o que ele quer fazer com ela. Melhor do que qualquer animal de estimação.

Os patrões árabes costumam castigar as empregadas, assim como elas também punem suas esposas, filhas e outras mulheres. Mas, segundo várias fontes, só 10% punem em primeiro lugar para aperfeiçoar a empregada. 16% querem antes de tudo puni-la para retaliar uma falha dela. 27% punem em primeiro lugar para humilhar a menina, e 48% punem em primeiro lugar para divertir-se.
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Empregada jovem filipina que recebeu surras e foi queimada com cigarros e ferros em brasas por seus patrões.
Se o patrão brinca com a menina ou força-a até ela virar a sua escrava sexual, é uma coisa tolerada nos países árabes e as filipinas sabem disso, mas não deveria destruir a menina, ferindo-a gravemente ou destruindo a sua beleza. Existem mais de 30 formas de punir uma putinha sem estragar o corpo dela. 

Algumas empregadas adaptam-se ao seu papel de puta e tentam ganhar a simpatia de seus superiores oferecendo sexo bom e desinibido. As outras têm que sofrer castigos até se adaptarem na marra.

Os árabés  não são sempre muito limpos, mas as empregadas têm que se apresentar sempre limpinhas e depiladinhas. A necessidade de controlar a limpeza e depilação é muitas vezes o pretexto para obrigar a moça a mostrar sua bucetinha e mais, o que vira o primeiro passo para a sujeição sexual da menina.

Cafetões romenos brutais e crueis incendiaram prostituta romena.

Como quase toda a prostituição na Europa está sob controle de máfias e outros cafetões, os métodos ficam cada vez mais brutais. Já é normal, que tudo cai em cima das putas. Elas são levadas a força para se prostituirem e entregam
o dinheiro para seus donos da máfia ou outros cafetões. Se uma outra máfia acha, que o apartamento ou puteiro das meninas fica na zona ocupada ou reivindicada por ela, não se duelam com armas na rua, na maneira dos traficantes brasileiros. Isso iria provocar a polícia. Eles vão para o puteiro ou apartamento dos outros em um momento, quando os homens do outro lado não estão por perto, e dão uma surra nas meninas até
que elas ficam incapazes para trabalhar por semanas. Assim prejudicam a concorrência, e eles esperam que a concorrência retira as meninas do lugar contestado. Mas normalmente esses não deixam por menos e se vingam, fazendo o mesmo com meninas do outro lado.
O romeno Adrian Bogdan N. vive na Viena, capital da Áustria, um país rico, ao contrário da pobre Romênia. Muitas meninas da Romênia se prostituem na Viena, e já que os romenos não tem uma máfia organizada, muitas conseguiam trabalhar até há pouco tempo sem cafetão, resignando se com ruas menores, onde as máfias não exerceram o poder. Adrian Bogdan, um homem grande, forte, tatuado e brutal, teve a ousadia chamar todas as prostitutas de Viena, mais de cem, que não tiveram cafetões ou donos, para um encontro em frente de uma igreja. Lá ele comunicou que iria exigir de cada mulher 100 Euro por semana. É pouco para a menina, mas muito para ele, mas na verdade nem conseguiria proteger tantas meninas espalhadas pela cidade. Mas ele ameaçou que queimaria mulheres rebeldes.
Agora, no dia 16 de maio 2013, o bruto achou sua primeira vítima. A romena Florentina M. foi abordada na frente da discoteca e Bogdan exigiu R$ 3 mil por falta de pagamento e outras dívidas, em que a moça se recusou. Aí o irmão de Bogdan e um amigo seguravam a puta e Bogdan jogou gasolina nela e a incendiou, o que não conseguiu logo, mas na segunda tentativa. A moça sobreviveu, mas vai ser mutilada para semrpe. O criminoso fugiu para Holanda, mas quando amigos mandaram prostitutas para lá, a policia seguiu às meninas e pegaram o malandro.

Prostitutas romenas são muito baratas, e o transporte delas para os países ricos da Europa é rápido e barato. Elas têm corpos bonitos, às vezes um pouco franzinos ou languidos.

As putas de Viena são totalmente assustados, e outros romenos, amigos de Bogdan, aproveitam a situação para cobrar o dinheiro delas. Elas, intimidadas, pagam agora logo, e assim os marmanjos já pensam em dobrar ou quadruplicar o pagamento exigido.
Fonte: http://www.oe24.at/oesterreich/chronik/
Feuer-Attentaeter-in-Amsterdam-geschnappt-Cretu-Prostituierte/856938

55 % das meninas estragam o caráter depois de se tornarem prostitutas



Meninas se entregam por motivos bons e justos à prostituição. A principal razão é que a menina quer ou se vê obrigada a ajudar à família, parentes, amigos ou ao namorado ou esposo que arcam com custos extraordinários por doenças, dívidas, morte, imprisionamento ou outros revezes. Outra razão são dívidas próprias. Outra razão é obediência a homens, que as mandam prostituir-se, seja para serem exploradas indevidamente, seja para fazerem-nas contribuírem a projetos como ajuntar dinheiro para construção de casa o abertura de uma pequena empresa. Outra razão é que querem melhorar a vida de filhos, irmãos ou sobrinhos, pagando plano de saúde ou escola para eles. Só umas 15% das meninas entram na prostituição por apego ao luxo, pela vontade de aparecerem mais do que outras pessoas, por apetite sexual exagerado e safadeza, ou por outras razões vis.
As meninas, então, não têm mau caráter, mas são como todas as outras meninas. Têm marginais, criminosas, rebeldes, birrentas e outras mal-intencionadas entre elas como em outras profissões, mas a maioria são meninas de boa vontade.

Mas o problema é, que 55% das meninas perdem essa disposição com o tempo e se deixam influenciar para o mal, seja por clientes, colegas e cafetões maus, seja por enjoarem com a situação e pensando em alternativas por caminhos errados, seja por serem maltratadas e não conseguirem sempre responder ao mal com amor, bondade e meiguice, seja pelo desprezo da sociedade que as trata com desdém, deixa sem atendimento religioso, não fornece a elas uma ética profissional e generaliza que toda prostituta é má.
Assim as meninas são empurradas para o mal, e por essa razão mais da metade delas, 55%, estragam o caráter com o tempo e viram pessoas más que pensam só em si, não trabalham com ética, dedicação e amor, e enganam seus clientes e superiores, se tiverem uma oportunidade.

Claro que elas não são as únicas. Por exemplo, até dos médicos, que começam com ideais e ética muito altos, quase 10% estragam o caráter durante a carreira e participam em coisas do mal. Nos advogados o número chega a 25%, nos pastores até para 28%. O pior desempenho é de uma profissão que certamente não deixou esperar outro resultado: os políticos. Cerca de 35% dos políticos não são criminosos antes de virarem políticos profissionais, mas querem fazer o bem. Desses 35% mais de 90% estragam o caráter durante sua vida de políticos e se ajuntam no pensar e fazer à maioria dos colegas maldosos deles. Uma situação igualmente penosa se encontra entre juízes e outros funcionários públicos ricos e poderosos.
Mas isso não deve servir como pretexto para as meninas. O que pode ser feito para melhorar o caráter das meninas?
O movimento “Piranhas para Jesus” acentua três pontos importantes para acabar com esse desvio de prostitutas para o lado mau e criminoso.
Em primeiro lugar a sociedade deve deixar de menosprezar as prostitutas. Hoje em dia uma pessoa séria como um pastor, padre, médico ou trabalhador sente orgulho de aparecer publicamente ao lado de políticos ou traficante, mas não quer ficar perto de prostitutas. Isso é uma inversão de valores. Essas meninas boas sofrem preconceitos e desdém, e pessoas, que roubam milhões e são direta ou indiretamente responsáveis pela morte ou miséria de pessoas, são reverenciadas. A sociedade deve reconhecer que putas são na maioria meninas e mulheres boas, que fazem mal a ninguém. Deve tratá-las como qualquer outra mulher. Assim como outras pessoas ela precisa de amigos bondosos e de caráter firme e bom, para se fortalecer com o exemplo deles, Se ela é sempre só circundada de cafetões e marginais, ela vai ser contagiada pelo mal.
Em segundo lugar as prostitutas precisam de ética profissional e educação. Nisso consta a importância de cafetões, além de associações de prostitutas, que elaboram uma ética, ensinam e educam as meninas. Muitas vezes um cafetão, que bate em uma prostituta mesmo merecidamente, é perseguido pela polícia que alega que a prostituta não pode ser disciplinada mesmo fazendo coisas erradas. Mas qualquer ser humano fica mais fácil no caminho se é vigiado. Um policial, por exemplo, sabe que corre risco de ser punido, se ele aceita suborno, bate sem razão, rouba ou estupra. Se o governo falasse, que os policiais poderiam fazer o que quiserem, como acontece em alguns países da África, eles se comportariam muito pior, e com o tempo a maioria deles praticaria o mal. Pelo bem deles eles são vigiados. Se fazem o mal, devem ser punidos. Se possível, não devem perder o emprego, porque assim a família deles perde a base financeira e passa necessidades. Assim também uma prostituta que comete um mal, não deve ser demitida, mas exemplada através de castigos, que doem tanto, que levam a um arrependimento sincero.

Em terceiro lugar as prostitutas devem ter livre acesso a igrejas e outras religiões, sem discriminação. Se já médicos, marceneiros e empregadas precisam da igreja para serem sempre lembrados de trabalharem sinceramente, de estudarem a palavra de Deus, de orar, de amar e de fazer boas obras, tanto mais uma puta. Não seria uma solução boa proibirem às igrejas de excluir as putas, porque uma igreja é uma associação e deve ser livre em suas decisões, mas se deve apelar a elas para elas mudarem o esquema de discriminação de putas e abrirem as suas portas para elas. Através da religião as putas viram mais meigas, aceitam seu destino e começam a entender, que servir aos outros não é uma humilhação, mas um ideal religioso e um privilégio
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